Segundo pesquisas da Universidade de Harvard, existe um hábito diário que pode influenciar a longevidade e a qualidade de vida, e ele não está relacionado à prática de exercícios físicos.
Ainda que se manter ativo fisicamente seja fundamental para a saúde, estudos indicam que a força das conexões sociais têm um impacto profundo sobre o bem-estar ao longo dos anos.
O que dizem os estudos de Harvard sobre longevidade?
O famoso Harvard Study of Adult Development, um dos estudos mais longos já realizados sobre felicidade e saúde, acompanhou pessoas por décadas e chegou a uma conclusão: relacionamentos de qualidade ajudam a viver mais e melhor.
Pessoas que mantêm vínculos sociais saudáveis tendem a apresentar menores índices de doenças crônicas, menos problemas de saúde mental e melhor funcionamento cognitivo na terceira idade.
O hábito diário que faz a diferença
O hábito diário apontado pelos pesquisadores é simples, mas poderoso, cultivar relações humanas, que inclui conversar com amigos e familiares, demonstrar afeto,ouvir com atenção e manter interações sociais frequentes.
Não se trata da quantidade de contatos, mas da qualidade dessas relações e do sentimento de apoio e pertencimento que elas proporcionam.
Os riscos do isolamento social
O isolamento social, por outro lado, foi associado a maiores riscos de depressão, declínio cognitivo precoce e aumento da mortalidade.
Segundo os pesquisadores, a solidão pode ser tão prejudicial à saúde quanto fatores tradicionalmente conhecidos, como tabagismo e sedentarismo.
Conexões humanas também são cuidado com a saúde
Reservar um tempo todos os dias para se conectar com outras pessoas, seja por uma conversa presencial, uma ligação ou até uma mensagem, pode ser um investimento tão importante quanto cuidar da alimentação ou da rotina de exercícios.
Para Harvard, a longevidade não depende apenas de hábitos físicos, mas também da capacidade de criar e manter laços que deem sentido à vida.




