Na hora de cozinhar, é fundamental tomar determinadas precauções para evitar contaminações. Porém, é importante destacar que os cuidados necessários não se resumem apenas à higienização de utensílios e superfícies que serão utilizados.
Afinal, a manipulação correta de alimentos também é crucial para garantir a segurança. E justamente por não possuírem este conhecimento, muitas pessoas acabam cometendo deslizes que favorecem a proliferação de bactérias.
Entre os erros mais comuns, está o hábito de lavar frango antes de cozinhar por conta da crença de que a lavagem reduz o risco de contaminação. Apesar de ser uma prática cultural em muitas partes do mundo, a atitude é amplamente reprovada por autoridades de segurança alimentar.
Isso porque, na realidade, o contato do frango cru com a água favorece a disseminação invisível de microrganismos nocivos, como Campylobacter e Salmonella, que são responsáveis por intoxicações alimentares graves, por toda a cozinha, contaminando superfícies, utensílios e até mesmo outros alimentos.
Especialistas ressaltam que a única forma segura de eliminar bactérias é o cozimento completo. Portanto, ao invés de lavar o frango antes de prepará-lo, basta apenas temperá-lo e cozinhá-lo para garantir que ele fique bom para consumo.
Textura gosmenta: lavagem de frango pode prevenir intoxicação neste caso?
O frango fresco deve ser firme, de cor rosada e ter cheiro neutro. Porém, algumas vezes, é possível encontrar peças que apresentam uma textura pegajosa ou cheiro forte, o que muitas pessoas acreditam ser possível remover através da lavagem.
Mas é importante destacar que, caso a carne apresente as condições citadas, o frango não deve ser consumido sob nenhuma hipótese, pois a deterioração por bactérias pode já ter chegado a níveis extremamente avançados.
Neste caso, nem mesmo o cozimento resolveria o problema. Sendo assim, se o frango apresentar as características citadas, ele deve ser substituído (caso ainda haja a possibilidade) ou descartado para evitar intoxicações.




