O Nubank anunciou uma mudança significativa no seu modelo de trabalho. A partir de julho de 2026, os funcionários serão esperados para trabalhar em esquema híbrido, marcando o fim de cinco anos de operação totalmente remota.
Os colaboradores deverão comparecer aos escritórios pelo menos dois dias por semana, visando melhorar a inovação e a cultura organizacional da fintech.
A decisão ocorre em meio a um crescimento excepcional. Durante o período remoto, o Nubank expandiu sua base para 122 milhões de clientes na América Latina. A lucratividade atingiu US$ 637 milhões no segundo trimestre de 2025, evidenciando a eficácia do modelo remoto.
Expansão dos espaços corporativos
Para facilitar a transição, o Nubank está investindo na expansão dos escritórios. Cidades como São Paulo, Cidade do México e Bogotá terão novos espaços corporativos. Nos EUA, Washington D.C., Miami e Palo Alto receberão unidades adicionais.
O plano prevê que aproximadamente 70% dos funcionários trabalhem de forma híbrida. Algumas funções específicas, como atendimento ao cliente e investigações financeiras, continuarão remotas. Essa escolha se deve à natureza do trabalho, que exige menos presença física.
Objetivos da mudança
A transição para um modelo híbrido responde à busca por equilíbrio entre os benefícios do home office e as interações presenciais. Durante o período remoto, o Nubank demonstrou sucesso financeiro impressionante, mas percebeu custos invisíveis na produtividade coletiva.
O Nubank acredita que o contato entre equipes pode gerar novas ideias e consolidar um histórico de inovações. A proximidade física também é vista como um meio de acelerar a excelência operacional, algo que é parte importante da missão do banco.
Perspectivas
Até julho de 2026, o Nubank continuará monitorando a implementação do modelo híbrido, ajustando conforme necessário para garantir a produtividade e o bem-estar dos colaboradores.
O avanço para um ambiente de trabalho híbrido no Nubank reflete uma tendência global de revisão das dinâmicas profissionais no pós-pandemia.
A transição completa está prevista para o início de 2027, com o banco empenhado em superar os desafios com uma abordagem cuidadosa e estratégica.




