Os cenários apocalípticos têm intrigado a humanidade por décadas, inspirando narrativas de livros e filmes que exploram fins catastróficos. Mas, quais desses cenários estão realmente amparados pela ciência?
Estudos da Fundação Sueca para Desafios Globais e do Instituto para o Futuro da Humanidade da Universidade de Oxford, sediados no Reino Unido, apontam que pandemias globais e guerras nucleares são ameaças sérias.
Há uma chance estimada de extinção da humanidade devido a essas causas nos próximos 100 anos, segundo o pesquisador Toby Ord do FHI, que alerta para um “Precipício” de risco existencial.
IA: tecnologia com potencial duplo
A Inteligência artificial (IA) frequentemente surge em ficções como um agente de extinção humana, mas pesquisas indicam um cenário mais complexo.
De acordo com o Global Challenges Report (Relatório de Desafios Globais), há uma probabilidade de uma em dez de que, nos próximos 100 anos, a humanidade desenvolva um sistema de inteligência artificial capaz de erradicar os seres humanos, por não depender deles para continuar evoluindo.
A ameaça de pandemias e guerras nucleares à humanidade
Pandemias e guerras nucleares são temas recorrentes em ficções apocalípticas. Estudos ressaltam a importância de monitorar essas ameaças, que têm uma probabilidade considerável de impactar a humanidade no próximo século.
A literatura e o cinema, incluindo franquias como “Resident Evil”, retratam pandemias zumbis de forma dramática, enquanto cientistas continuam vigilantes sobre riscos reais associados a doenças infecciosas.
Mudanças climáticas: a ameaça silenciosa
Embora menos imediatas que pandemias ou guerras nucleares, as mudanças climáticas representam uma ameaça acumulativa significativa.
Especialistas advertem que, sem medidas adequadas, seus efeitos podem ser comparáveis a uma extinção em massa, similar à do Período Permiano.
O tema tem sido cada vez mais incorporado na ficção climática, sublinhando a urgência de ações preventivas em âmbito global.




