Apesar das Forças Armadas de países como os Estados Unidos, Rússia e China frequentemente se destacarem como as mais poderosas do mundo, é importante lembrar que existem países da América Latina que também dispõem de arsenais pesados.
Inclusive, vale lembrar que a mais recente edição do ranking Global Firepower (GFP) apresentou uma análise detalhada das Forças Armadas na atualidade, avaliando o potencial de cada segmento com base em mais de 60 fatores.
E é importante ressaltar que, no quesito de poder militar naval, o documento apontou que a Colômbia assume a liderança no continente com facilidade, superando com folga países como o México e o Brasil.
De acordo com o relatório da GFP, o país, que ocupa a 12ª segunda posição na classificação global, conta com 237 embarcações no total, sendo elas 219 navios de patrulha, nove fragatas, quatro submarinos e duas corvetas. Confira o top 10 latino-americano abaixo:
- Colômbia;
- México;
- Bolívia;
- Brasil;
- Chile;
- Honduras;
- Paraguai;
- Peru;
- Panamá;
- Argentina.
Marinha do Brasil ocupa posição de destaque na América Latina
Vale destacar que, mesmo ocupando a 4ª posição no ranking da GFP por questões técnicas, que incluem a contagem de embarcações, a Marinha do Brasil ainda apresenta um alto grau de superioridade.
Isso porque ela conta com fatores que, quando combinados, a colocam à frente das Forças Armadas de qualquer nação da América Latina garantem ao país um poder de fogo massivo.
Entre os destaques, estão o Navio-Aeródromo Multipropósito (NAM) “Atlântico”, que é considerado o maior navio de guerra em operação no continente. Além disso, o Brasil ainda conta com um corpo de fuzileiros robusto e bem preparado e grandes programas tecnológicos.
O país ainda dispõe de vantagens estratégicas que seus vizinhos não possuem, promovidas principalmente por sua extensão territorial massiva. Sendo assim, o ponto alto do Brasil reside em qualidade, e não apenas em quantidade.




