Alimentar pombos nas ruas, um hábito comum, está se tornando uma infração em várias cidades brasileiras.
Desde 2015, Guarulhos (SP) aplica multas de R$ 397 para quem for flagrado alimentando as aves. Em São Bernardo do Campo (SP), as multas podem chegar a R$ 1 mil, e em São Caetano do Sul (SP), a multa atinge R$ 500
Esses valores punitivos visam controlar a superpopulação de pombos urbanos e os riscos à saúde associados a essas aves.
Riscos à saúde
O Ministério da Saúde classifica os pombos como pragas sinantrópicas, semelhantes a ratos. Doenças graves, como criptococose e histoplasmose, são associadas a essas aves.
As fezes secas dos pombos, que podem ser inaladas, representam sérios riscos para a saúde devido à presença desses micro-organismos.
Estratégias alternativas para enfrentar o problema
Além de multas, prefeituras investem em campanhas que visam educar a população sobre os riscos de alimentar pombos. Mudar a percepção de que isso é um ato inocente para uma prática nociva é fundamental.
O uso de barreiras físicas em prédios é incentivado para evitar a presença dos pombos. Medidas educacionais complementam as punições na busca por soluções de longo prazo.
Perspectivas para novas regulações
O movimento para adotar tais medidas em mais cidades só cresce. As legislações e regulamentações visam criar ambientes mais saudáveis.
As combinações de penalidades com educação pública têm mostrado ser estratégias viáveis. O foco dos esforços é promover um equilíbrio entre medidas de controle e educação, resultando em um ambiente urbano mais seguro.




