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Há algo realmente estranho sobre a maior cratera da Lua, onde astronautas da NASA devem pousar

Por João Carlos Gomes
14/10/2025
Em Geral
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Foto: NASA/Unsplash

Foto: NASA/Unsplash

Além de serem as características mais marcantes da superfície da Lua, as crateras servem como verdadeiras biografias do satélite natural, considerando que elas são importantes registros de seu passado.

E vale destacar que, apesar de estar longe de ser um dos maiores astros presentes no Sistema Solar, a Lua abriga uma das maiores crateras da galáxia, com um diâmetro de cerca de 2.500 quilômetros, cobrindo assim um quarto da superfície lunar.

Conhecida como a “Bacia do Polo Sul-Aitken”, a cratera tem mais de 4 bilhões de anos, e segundo uma pesquisa publicada na revista científica Earth & Planetary Science Letters, apresenta características que podem ser cruciais para entender a formação do satélite natural.

Isso porque ela pode não ter se formado por conta da colisão aleatória de um grande objeto, pois de acordo com especialistas envolvidos no estudo, a cratera apresenta uma forma mais arredondada, parecendo ter sido atingida em um ângulo mais vertical.

O evento espalhou os detritos de forma mais equilibrada, e justamente por conta disso, futuras missões tripuladas ou realizadas por robôs finalmente poderão elucidar a origem e o processo de formação da Lua.

Como a formação da cratera favoreceu os novos estudos sobre a Lua?

Na análise mais recente, os cientistas se concentraram em mais de 200 características espalhadas pelos arredores da Bacia do Polo Sul-Aitken, que eles acreditaram ser o que restou da borda da gigantesca cratera lunar.

Entretanto, após finalizar o mapeamento e a catalogação, eles perceberam que a cratera apresentava o formato mais circular, divergindo totalmente dos registros originais, que a descreviam como sendo mais oval.

Considerando as características do impacto, os especialistas então passaram a acreditar que o evento poderia ter pulverizado materiais das profundezas da crosta da Lua sobre a superfície, possibilitando assim estudos mais aprofundados sobre o astro.

Vale lembrar que a Lua não sofre erosão não está sujeita a processos erosivos de origem climática, geológica ou atmosférica que possam apagar as evidências de antigos impactos. Por isso, há expectativa de que essas marcas possam ser analisadas com maior precisão.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
João Carlos Gomes

João Carlos Gomes

Jornalista, criador de conteúdo e músico independente nas horas vagas.

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