Os sinais mais comuns são sede excessiva, vontade de urinar muitas vezes, cansaço, fome aumentada e visão embaçada.
Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, o CDC, e o Instituto Nacional de Diabetes e Doenças Digestivas e Renais, o NIDDK, citam esses sintomas entre os mais frequentes.
Nem sempre esses sinais aparecem de uma vez.
A Mayo Clinic explica que a hiperglicemia costuma provocar sintomas quando a glicose passa de 180 a 200 mg/dL, e que eles podem surgir aos poucos, ao longo de dias ou semanas.
O que o corpo sente
A sede aumenta porque o organismo tenta compensar o excesso de açúcar no sangue.
Ao mesmo tempo, a urina fica mais frequente porque o corpo tenta eliminar essa glicose pelos rins. Segundo o CDC, essa combinação entre muita sede e muita urina é um dos sinais mais típicos.
Além disso, pode surgir fraqueza, dor de cabeça, boca seca e dificuldade para enxergar com nitidez.
A American Diabetes Association e a Cleveland Clinic também incluem esses sinais entre os mais comuns da glicose alta.
Quando preocupa mais
O NIDDK cita ainda perda de peso sem explicação, feridas que demoram para cicatrizar e infecções frequentes entre os possíveis sinais de diabetes ou de glicose desregulada.
Em casos mais graves, podem aparecer náuseas, vômito, dor abdominal, pele seca, respiração rápida e hálito adocicado.
O CDC aponta esses sinais como alerta para cetoacidose diabética, uma complicação que exige atendimento urgente.
O que fazer
Se esses sintomas aparecem com frequência, o ideal é procurar avaliação médica e medir a glicose.
Isso importa porque a hiperglicemia pode passar despercebida no começo, sobretudo no diabetes tipo 2.
Ainda assim, quando não é controlada, ela aumenta o risco de problemas nos olhos, rins, nervos e coração.




