Em um cenário global marcado por conflitos armados, instabilidade política e crises humanitárias, especialistas em segurança internacional reforçam o alerta: há pelo menos 15 países considerados de risco extremo para viajantes, e brasileiros devem evitar deslocamentos para essas regiões.
A classificação leva em conta fatores como guerras em andamento, presença de grupos armados, terrorismo, colapso institucional, altos índices de criminalidade e ausência de assistência consular efetiva.
Em muitos desses destinos, a capacidade de resposta a emergências é limitada, o que aumenta os perigos para estrangeiros. Saiba quais são eles!
Países considerados de risco extremo para turistas
Confira a lista de países frequentemente apontados por órgãos internacionais e autoridades consulares como destinos de altíssimo risco:
- Afeganistão;
- Síria;
- Iêmen;
- Somália;
- Sudão do Sul;
- República Centro-Africana;
- Líbia;
- Mali;
- Burkina Faso;
- Haiti;
- Venezuela;
- Coreia do Norte;
- Mianmar;
- Ucrânia;
- Irã.
Por que esses destinos são considerados perigosos?
Entre os países listados, há nações que enfrentam conflitos prolongados como a Ucrânia, presença de grupos armados e instabilidade política. Em muitos casos, há registros frequentes de ataques, sequestros e confrontos, inclusive em áreas urbanas, onde normalmente tem maior presença de turistas.
Outro ponto de atenção é a fragilidade dos sistemas de saúde e da infraestrutura. Em situações de emergência, o acesso a hospitais ou serviços básicos pode ser limitado ou inexistente, agravando ainda mais os riscos aos visitantes.
Além disso, estrangeiros podem ser alvos em determinadas regiões, seja por questões políticas, culturais ou econômicas, o que eleva o nível de alerta.
Recomendações para brasileiros
O Ministério das Relações Exteriores (MRE), por meio do Itamaraty, orienta que os brasileiros consultem sempre os avisos oficiais antes de planejar viagens internacionais, em especial para os locais listados. Em casos de risco extremo, a recomendação é evitar completamente o deslocamento.
Especialistas reforçam que, mesmo com planejamento e seguro viagem, há cenários em que os riscos não podem ser controlados.
Por isso, priorizar destinos seguros e bem estruturados continua sendo a escolha mais prudente para quem deseja viajar com tranquilidade.





