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Um marco na mobilidade urbana: Câmara aprova plano que prevê isenções no transporte público

Se sancionado, o programa pode garantir transporte público muito mais barato para os brasileiros

Por Júlio Nesi
14/05/2026
Em Geral
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Imagem meramente ilustrativa.

Foto: Paul De Vota / Pexels

Imagem meramente ilustrativa. Foto: Paul De Vota / Pexels

A Câmara dos Deputados aprovou nesta semana o novo marco legal do transporte coletivo, apelidado de “SUS do transporte público“. O texto já havia passado pelo Senado e segue agora para sanção presidencial.

A proposta é considerada uma das principais mudanças no setor desde a sanção da Política Nacional de Mobilidade Urbana, em 2012. O objetivo é criar mecanismos permanentes de financiamento para ônibus, trens e metrôs urbanos em todo o país.

Como o financiamento vai funcionar

O ponto central da nova lei é a entrada direta da União no custeio do transporte coletivo. Pelo texto aprovado, ao menos 60% da arrecadação da Cide-Combustíveis deverá ser destinada ao financiamento do transporte público.

Outro ponto relevante é a separação entre o que o passageiro paga e o que as empresas operadoras recebem. Na prática, isso abre caminho para que estados e municípios ampliem os subsídios às passagens sem comprometer diretamente os contratos de concessão.

Gratuidades e isenções com base legal

Hoje, quem não paga passagem, como idosos, pessoas com deficiência, estudantes em alguns municípios, representa um custo que recai sobre os demais usuários. Com a nova lei, gratuidades e descontos tarifários, que atualmente representam cerca de 22% dos custos das tarifas, passarão a ser financiados com recursos específicos previstos em lei, reduzindo o impacto sobre os demais passageiros.

A proposta também cria parâmetros mais claros para concessões e contratos de transporte coletivo, em um cenário de deterioração financeira do setor e de aumento das reclamações dos usuários.

O que ficou de fora

Durante a tramitação, o relator do projeto retirou integralmente um artigo que previa novas formas de arrecadação para o setor. O trecho excluído incluía cobranças sobre estacionamentos públicos, pedágio urbano, taxação de aplicativos de transporte como Uber e 99 e tributação diferenciada com base na emissão de poluentes. A retirada ocorreu após resistência de parlamentares e de setores econômicos.

O avanço da proposta ganhou tração após uma reunião entre representantes da Frente Nacional de Prefeitos e o presidente da Câmara, Hugo Motta, no início de fevereiro, quando a tramitação passou a ser tratada como prioridade.

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Tags: 99aplicativos de transporteCâmara dos DeputadosHugo Mottamarco legal do transporte coletivoPolítica Nacional de Mobilidade UrbanaSenadoSUS do transporte públicotransporte coletivotransporte públicouber
Júlio Nesi

Júlio Nesi

Jornalista alagoano formado pela UFAL, já atuei em produção de conteúdo digital para portais, rádio e redes sociais.

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