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Em abril, nova regra vai começar a valer para quem trabalha como motoboy no Brasil

Por Milena Armando
02/03/2026
Em Geral
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Em abril, nova regra vai começar a valer para quem trabalha como motoboy no Brasil

Reprodução: Marcello Casal jr/Agência Brasil

Em abril, o cenário trabalhista dos motoboys no Brasil passará por uma mudança relevante. 

A partir do dia 3, entra em vigor a Portaria MTE nº 2.021/2025, que garante adicional de periculosidade de 30% sobre o salário-base para motociclistas com carteira assinada.

A medida regulamenta um direito já previsto no artigo 193 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que trata das atividades consideradas perigosas. 

O objetivo é dar segurança jurídica aos trabalhadores e às empresas, encerrando debates sobre a obrigatoriedade do pagamento do adicional para quem exerce atividades com motocicleta em vias públicas.

Quem será beneficiado?

A nova portaria contempla:

  • Motoboys com vínculo formal sob regime da CLT;
  • Mototaxistas contratados como empregados;
  • Entregadores contratados diretamente por empresas.

Por outro lado, não terão direito ao adicional:

  • Profissionais que utilizam motocicleta apenas de forma eventual;
  • Trabalhadores que atuam exclusivamente em áreas fechadas e privadas;
  • Entregadores de aplicativos, como iFood, Uber e 99, salvo nos casos em que haja reconhecimento formal de vínculo empregatício.

A distinção reforça que o benefício está diretamente ligado ao contrato de trabalho regido pela CLT.

Impactos econômicos para as empresas

O adicional de 30% incidirá sobre o salário-base e também refletirá em encargos como: férias, 13º salário, FGTS e contribuições previdenciárias.

Na prática, isso eleva o custo operacional de empresas que dependem da logística de motofrete e delivery. O impacto pode ser significativo especialmente para pequenos e médios negócios.

Desafios e possíveis reflexos no mercado

Com o aumento das despesas trabalhistas, as empresas precisarão revisar seus planejamentos financeiros. 

Especialistas apontam que parte desse custo pode ser repassada ao consumidor final, influenciando o valor de entregas e serviços.

Ao mesmo tempo, a regulamentação tende a trazer maior previsibilidade jurídica, reduzindo riscos de ações trabalhistas relacionadas ao tema.

Fiscalização e fortalecimento de direitos

A portaria também amplia a transparência e a fiscalização do cumprimento das normas trabalhistas. Sindicatos e órgãos competentes terão papel fundamental no acompanhamento da aplicação da regra.

A expectativa é que a nova regulamentação contribua para melhorar as condições de trabalho e reforçar a proteção aos profissionais que enfrentam diariamente riscos no trânsito. 

Para as empresas, o momento exige adaptação e atenção às obrigações legais, garantindo conformidade total com a nova exigência.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Tags: motoboynova portariaPortaria MTE nº 2.021/2025
Milena Armando

Milena Armando

Jornalista, redatora e revisora.

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