Depois dos 60 anos, alguns hábitos rotineiros podem ter um impacto maior na saúde do cérebro do que se imagina.
Entre eles, um dos mais comuns, e muitas vezes ignorado, é o sedentarismo, que pode afetar diretamente a memória, a concentração e outras funções cognitivas.
Um hábito simples que merece atenção
Com o avanço da idade, é natural reduzir o ritmo das atividades diárias. No entanto, passar longos períodos sentado, com pouca ou nenhuma movimentação, pode prejudicar a circulação sanguínea e diminuir a oxigenação do cérebro.
Estudos indicam que a falta de atividade física na terceira idade está associada a um maior risco de declínio cognitivo, lapsos de memória e dificuldade de raciocínio.
Por que o sedentarismo afeta a memória dos mais velhos?
A prática regular de exercícios estimula a liberação de substâncias que favorecem a saúde dos neurônios e ajudam a manter as conexões cerebrais ativas.
Quando esse estímulo não acontece, o cérebro tende a perder parte dessa eficiência ao longo do tempo. Além disso, o sedentarismo também está ligado a outros fatores de risco, como hipertensão, diabetes e problemas cardiovasculares, que impactam indiretamente a memória.
Pequenas mudanças fazem diferença
A boa notícia é que não é preciso adotar rotinas intensas para proteger o cérebro. Caminhadas leves, alongamentos, dança, hidroginástica ou qualquer atividade adaptada à condição física da pessoa já traz benefícios. O importante é manter o corpo em movimento com regularidade.
Após os 60 anos, preservar a memória envolve um conjunto de hábitos saudáveis: atividade física, alimentação equilibrada, sono de qualidade e estímulos mentais constantes.
Evitar o sedentarismo é um passo simples e fundamental para manter a mente ativa e a qualidade de vida em dia.




