Em setembro, o Brasil enfrentou um aumento significativo nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), conforme revelou o Boletim Infogripe da Fiocruz.
Divulgado em agosto, o boletim destacou que dez estados ESTAVAM entre os mais afetados, espalhados pelas regiões Norte, Centro-Oeste e Sudeste. O avanço vem sendo impulsionado por vírus como o rinovírus e a COVID-19, afetando crianças, adultos e idosos.
No eixo Norte, estados como Amazonas e Pará registraram alta incidência de vírus sincicial respiratório (VSR) em crianças pequenas.
No Centro-Oeste, o Distrito Federal observou impacto da influenza A e da COVID-19 em todas as faixas etárias. No Sudeste, a situação se repetiu em estados como São Paulo e Espírito Santo.
Influências sazonais no aumento de casos
A síndrome respiratória aguda grave é influenciada por fatores sazonais. Durante o outono e inverno, a circulação de vírus respiratórios é mais intensa. Além do clima, a diminuição do uso de máscaras após o pico da pandemia também contribui para a disseminação.
Fatores como interação social e mudanças nos hábitos de higiene facilitam a propagação de vírus como influenza A, influenza B e rinovírus este ano.
Medidas preventivas
A rápida propagação de SRAG acende alertas em hospitais e unidades de saúde. O vírus sincicial respiratório e a influenza A dominam entre idosos, enquanto o rinovírus se destaca em crianças.
A urbanização e a aglomeração nas grandes cidades elevam a disseminação. Autoridades recomendam o uso de máscaras em locais fechados e a atualização das vacinas para proteger a população.
É essencial que idosos e imunocomprometidos reforcem suas vacinas contra a COVID-19 a cada seis meses para evitar complicações graves.




