Balneário Camboriú, no litoral catarinense, já é conhecida pelas torres altas e pelo metro quadrado mais caro do país. Agora, a cidade se prepara para abrigar mais um empreendimento luxuoso: um edifício residencial que, se concluído conforme o planejado, vai entrar para a história da arquitetura.
O Senna Tower tem a proposta de se tornar o maior prédio residencial do planeta. O projeto é uma iniciativa da FG Empreendimentos, construtora responsável por grande parte dos arranha-céus de luxo da cidade, em parceria com a marca Senna e com Luciano Hang, fundador da rede Havan, que é coproprietário do terreno onde a obra está sendo levantada.
Uma década de obra e uma torre acima dos 550 metros
Com previsão de mais de 550 metros de altura, o Senna Tower vai superar os atuais maiores edifícios residenciais do mundo, como o Central Park Tower, em Nova York, com 472 metros, e o Marina 101, em Dubai, com 435 metros.
A torre terá 228 unidades residenciais, entre 204 apartamentos, 18 mansões suspensas, 4 coberturas duplex e 2 coberturas triplex. Os apartamentos partem de R$ 28 milhões, enquanto as mansões suspensas, com piscinas privativas e elevador exclusivo para carros, podem chegar a R$ 200 milhões.
O topo do edifício reserva as principais áreas de luxo: coberturas triplex. Essas áreas ultrapassam 900 m² de área privativa e serão vendidas em leilão, com lance inicial estimado em R$ 300 milhões.
Expectativa de Hang
Para Luciano Hang, o projeto vai cementar ainda mais a cidade no mapa do setor imobiliário mundial. De acordo com ele, o Senna Tower vai levar o nome de Balneário Camboriú “para o mundo”.
“É um projeto disruptivo, inovador, com tecnologia única no mundo e tenho certeza de que levará o nome de Balneário Camboriú, Santa Catarina, Brasil, para o mundo”, disse.
Além das unidades residenciais, o empreendimento prevê espaços abertos ao público, com área comercial e de lazer. A ideia é que o Senna Tower funcione também como um destino turístico, ampliando ainda mais o apelo de Balneário Camboriú para visitantes de todo o mundo.
Mesmo longe da entrega, o projeto já movimenta o mercado imobiliário local e atrai investidores nacionais e estrangeiros.




