Situado entre os bairros de Ipanema e Leblon, na Zona Sul do Rio de Janeiro, o parque Jardim de Alah surgiu na década de 1938 com a inauguração de seus jardins, projetados com influências do urbanista francês Alfred Agache.
E apesar de ter feito muito sucesso entre a população, principalmente nas décadas de 1950 e 1960, o local passou por diversas revitalizações ao longo dos anos, ficando frequentemente cercado por tapumes.
E vale destacar que o processo, que avança dentro de um modelo de concessão com prazo de 35 anos, está prestes a entrar em uma nova etapa no final deste mês, sendo esta a intervenção mais importante para garantir a transformação do parque.
Isso porque Isso porque o sistema de saneamento do local será modernizado por meio de uma obra executada pela concessionária Águas do Rio. Estima-se que o processo deve durar cerca de quatro meses no total.
Em entrevista à rádio BandNews FM, o arquiteto Miguel Pinto Guimarães, que é um dos responsáveis pela revitalização, afirmou que esta atualização é extremamente necessária para viabilizar as próximas etapas do projeto que, até o momento já ultrapassou os R$ 150 milhões de custo.
Renovação do Jardim de Alah conquistou apoio de moradores e comerciantes
Conforme relatado pelo portal Diário do Rio, o projeto idealizado para o Jardim de Alah foi inspirado por experiências européias como o Time Out Market, em Lisboa, e o Mercado San Miguel, em Madri, que funcionam como grandes equipamentos urbanos multifuncionais.
Desta forma, além de contar com um canal reconfigurado e jardins renovados, o espaço também incluirá diversas operações comerciais, como lojas e restaurantes, na parte superior, bem como uma área subterrânea destinada a equipamentos públicos, como creches, ginásios e sanitários.
Vale lembrar que, a princípio a revitalização não foi bem aceita, chegando a enfrentar manifestações contrárias e ações judiciais. Contudo, com o avanço das obras, cada vez mais pessoas têm demonstrado apoio ao projeto.




