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Cientistas encontram animal que sobreviveria ao fim do mundo e ele não é humano e nem mamífero

Por Milena Armando
07/02/2026
Em Geral
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Cientistas encontram animal que sobreviveria ao fim do mundo e ele não é humano e nem mamífero

Reprodução: Steve Gschmeissner/Science Photo Library :

Os tardígrados, também conhecidos como ursos-d’água, são microanimais com cerca de 1,2 milímetros que têm chamado a atenção da comunidade científica devido à sua alta resistência. 

Esses seres unicelulares conseguem sobreviver a ambientes aos quais outras formas de vida sucumbiriam, como impactos de asteroides e explosões nucleares.

Capacidade de sobrevivência ao extremo

Os tardígrados têm uma habilidade fascinante chamada criptobiose, que é essencial para sua resistência. 

Durante condições adversas, eles se desidratam e entram em um estado semelhante à hibernação, suspendendo as funções biológicas até que o ambiente melhore. 

Eles podem sobreviver a temperaturas que vão de quase -273,15 °C até 150 °C. Além disso, esses microrganismos resistem ao vácuo do espaço e a níveis de radiação que seriam letais para a maioria das outras formas de vida.

Pesquisas indicam que impactos de grandes asteroides e explosões de supernovas são ameaças para a vida na Terra. No entanto, para que esses eventos sejam letais para os tardígrados, seria necessário que eles pudessem ferver os oceanos. 

Sobrevivendo a consequências humanas

A resistência dos tardígrados não se limita apenas aos perigos espaciais. Estudos de simulação apontam que esses microanimais poderiam sobreviver a uma guerra nuclear.

O impacto de tais conflitos resultaria em uma diminuição drástica da temperatura global por meio do bloqueio da luz solar, afetando ecossistemas de forma severa. No entanto, enquanto muitas espécies lutariam para sobreviver, os tardígrados provavelmente continuariam a prosperar.

O futuro da Terra e a vida dos tardígrados

Embora os tardígrados sobrevivam a várias condições extremas, eles não são indestrutíveis. Em aproximadamente 5 bilhões de anos, o Sol poderá se transformar em uma gigante vermelha, alterando radicalmente as condições da Terra, tornando-a inabitável. 

Essa mudança significaria o fim da vida para todos, incluindo os tardígrados. Até lá, esses animais microscópicos permanecem um testemunho da incrível capacidade de adaptação da vida na Terra.

A resiliência dos tardígrados nos faz refletir sobre a persistência da vida e suas possibilidades em outros cantos do universo. Com adaptação, eles mostram que a vida pode existir em condições que parecem impossíveis. 

Enquanto a ciência avança, o estudo desses microanimais oferece dados valiosos para a astrobiologia e a compreensão da capacidade de sobrevivência da vida além da Terra.

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Tags: tardígrados
Milena Armando

Milena Armando

Jornalista, redatora e revisora.

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