O Brasil alcançou um marco importante ao se posicionar em 15º lugar, junto com a Argentina, no Henley Passport Index de 2026.
O ranking, destaca-se por avaliar o poder dos passaportes de centenas de países com base no número de destinos que podem ser visitados sem visto prévio.
O passaporte brasileiro agora garante acesso a 168 países ou territórios, marcando a determinação do Brasil em firmar-se entre as nações com maior mobilidade global.
Liderança asiática
Singapura lidera o ranking mundial, oferecendo aos seus cidadãos a possibilidade de viajar sem visto para 192 países.
Japão e Coreia do Sul dividem a segunda posição, com 187 destinos, evidenciando a força das relações diplomáticas desses países asiáticos e seu papel na dinâmica global de viagens.
Europa na coleção de destinos
A União Europeia mantém uma presença forte entre as primeiras colocações, com a Suécia ocupando a terceira colocação.
Bélgica, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Holanda, Noruega, Espanha e Suíça ocupam a quarta posição, com acesso a 185 destinos sem a necessidade de visto.
Esses países europeus se beneficiam de acordos de livre circulação, reforçando a importância das políticas de mobilidade no continente.
Desafios dos Estados Unidos
Embora tenham retornado ao top 10, os Estados Unidos enfrentam uma trajetória de declínio, agora na 10ª posição.
O passaporte estadunidense permite viagens sem visto a 179 destinos, uma diminuição significativa frente a anos anteriores, destacando a influência das tensões diplomáticas nas decisões de mobilidade.
Desempenho do Brasil no ranking
Desde a última edição do índice em 2025, o Brasil subiu posições, mesmo reduzindo de 171 para 168 o número de destinos acessíveis sem visto. Essa melhoria reflete um trabalho diplomático com diversos países.
A cooperação sul-americana também se destaca, com o Chile posicionado em 12º lugar, consolidando-se como um dos passaportes mais fortes da América Latina.
Para os brasileiros, essa melhora no ranking global promove vantagens, reduzindo burocracias e custos associados a viagens internacionais. Mais do que um dado estatístico, o índice reflete o alcance das relações diplomáticas brasileiras e a percepção global sobre o país.




