Com a determinação direta publicada no Diário Oficial da União, esta se refere ao recolhimento, além da proibição, da distribuição e dos anúncios.
De acordo com a Anvisa, o propósito se deu diante de uma avaliação em que foram detectadas a falta de licença sanitária e a presença de insalubridade em suplementos.
Além disso, foi vista a tadalafila nesses itens, acrescentando os restritos vardenafila e sildenafila.
O que levou à decisão
Os compostos só podem ser usados com o princípio voltado para o uso controlado. Assim, contam com aprovação. Indo além, só podem ser adquiridos por meio de recomendação médica, sem a inserção deles em gomas ou em outras formulações indicadas para questões esportivas, entre outros.
Em comunicado, a Anvisa disse: “O uso recreativo ou estético dessas substâncias pode causar efeitos graves, como infarto, acidente vascular cerebral (AVC), hipotensão, perda de visão ou audição, além de dependência psicológica”. Quanto à tadalafila, esta pode ser usada, mas com autorização médica.
Por isso, esta última atua na hipertensão arterial pulmonar, incluindo disfunção erétil. De acordo com a Close-Up International, foi a terceira mais adquirida no ano passado no Brasil. Portanto, aquilo que foi concluído pela Anvisa refere-se à restrição de produtos um tanto irregulares.
Sendo assim, designa não só gomas, mas também suplementos. Por não terem registros, a segurança não é confirmada. É fundamental ter atenção com aquilo que se compra, porque o uso de medicamentos que não contenham licença nem registro pode colocar a saúde em risco.
Manipulações só devem ser ingeridas caso tenham direcionamento médico. Se uma pessoa notar algo estranho, é necessário fazer uma denúncia, que deve ser encaminhada à Notivisa. Para os que atuam na área da saúde, é preciso analisar com exatidão, principalmente antes de indicar algum medicamento. Concluindo, efeitos contrários podem ser evitados, pensando no bem-estar dos pacientes.




