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A psicologia diz: a parte mais solitária de envelhecer não é estar sozinho, mas perceber que algumas amizades desaparecem assim que você deixa de alimentá-las

A parte mais solitária de envelhecer pode não ser a ausência de companhia, mas a descoberta de vínculos sustentados por esforço unilateral.

Por Sofia Volpi
15/04/2026
Em Geral
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amizades

Foto: Carina Gonçalves

De acordo com revisão sistemática publicada na Frontiers in Psychology, amizades adultas se associam ao bem-estar, sobretudo quando oferecem apoio, companhia e manutenção recíproca.

Por isso, o impacto emocional não vem apenas da redução do círculo social: Ele surge, principalmente, quando some a sensação de troca equilibrada.

Ainda segundo a Universidade Stanford, a teoria da seletividade socioemocional sugere que pessoas mais velhas priorizam relações emocionalmente significativas.

Assim, amizades superficiais tendem a perder espaço, quando isso acontece de forma silenciosa, a ruptura pode ser sentida como luto social.

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Reciprocidade nem sempre existe nas amizades 

Um estudo da PLOS ONE mostrou que apenas cerca de metade das amizades analisadas era realmente recíproca.

Ou seja, muitas relações consideradas próximas por uma pessoa não recebem o mesmo reconhecimento da outra. Esse descompasso ajuda a explicar afastamentos inesperados.

Consequentemente, a perda costuma ser difícil de nomear. Sem conflito visível, amigos e familiares nem sempre percebem que houve rompimento.

Envelhecer muda a rede de apoio

Segundo a National Academies, 24% dos americanos com 65 anos ou mais vivem em isolamento social, entre adultos com 60 anos ou mais, 43% relatam solidão.

No entanto, isolamento e solidão não são sinônimos, a própria instituição define solidão como a distância entre as relações desejadas e as relações disponíveis.

Com a idade, escola, trabalho e convivência diária deixam de renovar amizades automaticamente, portanto, os laços duradouros exigem intenção dos dois lados.

Nesse cenário, perceber que uma amizade dependia de iniciativa constante pode ferir mais do que estar sozinho. A frustração nasce da falta de reciprocidade.

O que a evidência sugere

A síntese das fontes aponta um padrão. Relações estáveis protegem o bem-estar, mas vínculos desequilibrados ampliam a sensação de abandono.

Por fim, o envelhecimento não torna a solidão inevitável. Ele apenas torna mais visível quais amizades sobrevivem sem que uma só pessoa carregue tudo.

 

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Sofia Volpi

Sofia Volpi

Comunicadora, jornalista em formação. Apaixonada por esportes e cultura, colunista.

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