Variedades - Crusoé
  • Política de Privacidade
  • Termos de uso
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Termos de uso
  • Contato
Sem resultados
Ver todos os resultados
Variedades - Crusoé
Sem resultados
Ver todos os resultados

A explicação científica para o medo do escuro vai muito além do que você imagina

Chamado nictofobia, o medo do escuro pode vir escrito em nosso DNA e faz parte da raça humana desde a pré-história

Por Júlio Nesi
21/04/2026
Em Geral
0

Apagar a luz e sentir um frio na espinha. Correr para debaixo do cobertor como se algo fosse atrás. Esse comportamento parece coisa de criança, mas persiste na vida adulta com muito mais frequência do que as pessoas admitem.

O medo do escuro tem nome: nictofobia. E a ciência explica que ele vai bem além do que muitos consideram uma “birra infantil”.

Herança evolutiva

Segundo especialistas em psicologia e comportamento humano, o medo do escuro tem raízes ancestrais. Na pré-história, a escuridão era sinônimo de perigo real. A maioria dos predadores eram noturnos, e a ausência de visibilidade colocava a vida em risco.

Esse instinto de alerta pode ter sido incorporado ao inconsciente coletivo ao longo de milênios. Em outras palavras, parte do cérebro ainda reage à escuridão como se houvesse uma ameaça concreta, mesmo que hoje o maior perigo seja tropeçar no cachorro ou bater o dedinho do pé na quina da cama.

Experiências na infância

Além da herança evolutiva, experiências vividas na infância também moldam a relação com o escuro. Castigos em ambientes sem luz, histórias assustadoras e situações traumáticas reforçam a associação entre escuridão e ameaça.

Fatores como ansiedade generalizada e imaginação muito ativa também entram na conta. Juntos, eles criam um terreno fértil para que o medo se instale e permaneça.

Quando o medo segue até a vida adulta

A nictofobia na vida adulta pode se manifestar de formas variadas. A necessidade de dormir com alguma luz acesa, a sensação de ameaça sem motivo claro e os pensamentos catastróficos no silêncio da noite são sinais comuns.

Psicólogos apontam que, nesses casos, o medo costuma refletir questões emocionais que ainda não foram elaboradas. Não se trata de fraqueza, mas de algo que o cérebro ainda não aprendeu a processar de outra forma.

Como enfrentar?

O primeiro passo, segundo especialistas, é reconhecer o medo sem julgamento. Tentar escapar da sensação tende a intensificá-la. Encarar, compreender e acolher o sentimento ajuda a reduzir sua força.

Práticas como respiração consciente antes de dormir, trabalho de autoconhecimento e, quando necessário, acompanhamento terapêutico são caminhos eficazes para quem quer superar a nictofobia.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Tags: ansiedadeciênciacomportamento humanofobiasmedo do escuronictofobiapsicologiasaúde mental
Júlio Nesi

Júlio Nesi

Jornalista alagoano formado pela UFAL, já atuei em produção de conteúdo digital para portais, rádio e redes sociais.

Próximo post
Reprodução: Unsplash / Cyril Saulnier

Brasileiros ganham motivo para comemorar no dia 01/10

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Confira!

Reprodução: Unspplash / Alexander Grey

O que acontece no cérebro de quem não desgruda do celular e do computador

21/04/2026
Reprodução: Unsplash / Cyril Saulnier

Brasileiros ganham motivo para comemorar no dia 01/10

21/04/2026

A explicação científica para o medo do escuro vai muito além do que você imagina

21/04/2026
  • Política de Privacidade
  • Termos de uso
  • Contato

Agradecemos por escolher a “CRUSOÉ”, revista eletrônica de conteúdos jornalísticos de titularidade da “Mare Clausum Publicações Ltda.”, sociedade empresária limitada, com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Av. Brigadeiro Faria Lima, 1234 - Jd. Paulistano - São Paulo - SP - CEP 01451-001, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 25.163.879/0001-13 e com IE/SEFAZ nº 118.877.810.111.

Bem-vindo de volta!

Faça login abaixo

Esqueceu a senha?

Recupere sua senha

Insira seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Log In

Adicionar nova Playlist

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Política de Privacidade
  • Termos de uso
  • Contato

Agradecemos por escolher a “CRUSOÉ”, revista eletrônica de conteúdos jornalísticos de titularidade da “Mare Clausum Publicações Ltda.”, sociedade empresária limitada, com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Av. Brigadeiro Faria Lima, 1234 - Jd. Paulistano - São Paulo - SP - CEP 01451-001, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 25.163.879/0001-13 e com IE/SEFAZ nº 118.877.810.111.