A BR‑174, rodovia federal essencial que liga Boa Vista a Pacaraima, importante para o transporte de bens e pessoas na região norte de Roraima, enfrenta problemas estruturais que afetam a segurança e a fluidez do tráfego.
Diversos trechos apresentam buracos, desníveis, partes sem asfalto e vegetação que invade a pista, exigindo atenção redobrada dos motoristas, especialmente nos cerca de 20 km antes da cidade de Pacaraima, considerados os mais graves.
Principais problemas na BR-174
A estrada apresenta diversos problemas, incluindo trechos com buracos e ausência de pavimentação, exigindo atenção redobrada dos motoristas e, em alguns casos, fazendo com que veículos precisem desviar para a contramão.
A ponte sobre o rio Paricarana apresenta rachaduras visíveis. Próximo ao km 713, intervenções emergenciais foram necessárias após erosões comprometerem parte da base da rodovia, resultando no tráfego em meia pista por um período.

Ações do DNIT e andamento das obras
O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) tem atuado na recuperação de diversos segmentos da rodovia, com foco em:
- Pavimentação asfáltica e recuperação do pavimento em pontos críticos, incluindo o trecho entre os km 698 e 713;
- Serviços de estabilização de taludes, reforços de contenção e instalação de bueiros e outras estruturas para melhorar a drenagem.
Essas ações já contribuíram para uma redução do tempo de viagem entre Boa Vista e Pacaraima, que atualmente pode ser feito em menos de três horas por veículos comuns em boas condições.
O DNIT orienta que os motoristas redobrem a atenção ao trafegar pelos trechos em obras, mesmo com as condições melhorando gradualmente.
Impacto das condições e importância da rodovia
A BR‑174 é estratégica não só para Roraima, por ser a principal ligação terrestre com o restante do Brasil, mas também para o transporte de produtos e integração com países vizinhos, como a Venezuela.
Interrupções ou condições difíceis de tráfego têm impacto direto no comércio local e nas atividades cotidianas da população e dos profissionais do transporte, que dependem da rodovia para o escoamento de mercadorias e acesso a serviços.




