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Ninguém controla a desigualdade

Os chilenos saíram às ruas em protesto contra o governo e, diz a imprensa, contra a desigualdade social. Talvez tenham sucesso no primeiro objetivo, mas o segundo é um pouco mais complicado. É ilusão achar que controlamos a desigualdade de renda ou de patrimônio. Ela não está nas mãos de políticos bem-intencionados ou de manifestantes...

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Leandro Narloch
3 minutos de leitura 01.11.2019 00:30 comentários 10
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Os chilenos saíram às ruas em protesto contra o governo e, diz a imprensa, contra a desigualdade social. Talvez tenham sucesso no primeiro objetivo, mas o segundo é um pouco mais complicado.

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Leandro Narloch

Leandro Narloch é jornalista e autor do 'Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil'.

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (10)

Sandra

2019-12-07 02:02:17

Assim como eu fui beneficiada pelo excelente ensino de escola pública, tantos outros alunos, como os moradores de favela, também o foram!! Acho que as oportunidades e a educação de qualidade, reduziriam a desigualdade!!


Leandro

2019-11-16 17:31:53

Bela materia. Mas fico sempre pensando, quem esta fomentabdo essa confusao. Combustao expontanea, nao acredito. Seria algo rapido. Essa esta durando demais e com estragos q mais parece auto flagelacao. Tem q ter um "grupo das trevas"agindo pra fazer td acontecer.


Jorge

2019-11-16 16:07:05

Procusto , da mitologia grega, acabava com a desigualdade com seu LEITO DE PROCUSTO. Era a antevisão, há milênios, do que seria o comunismo


Marcelo

2019-11-13 11:35:40

Acho que a abordagem da educação de qualidade para reduzir a desigualdade seria mais apropriada. Não a que os políticos utilizam, de forma hipócrita, mas a que vivi na minha infância. As escolas públicas eram referência na educação. Eu, classe média, estudava na mesma escola que crianças que moravam em favela e conjuntos habitacionais no Leblon. A educação garante a igualdade de oportunidades.


VITOR

2019-11-08 11:34:16

Leandro Narloch sempre ótimo, preciso, lógico e matemático. Só que algumas pessoas - que são 100% emocionais e 0% racionais - não gostam de ler essas verdades, que incomodam muito... Principalmente os que ainda seguem o credo da esquerda.


Vania

2019-11-06 14:33:55

(1) Clico em "entre na conversa" e não entro, pq nada aparece. (2) Seu artigo é muito bom. Fiz um comentário anterior, criticando as 'odes' contra as desigualdades e esqueci de parabenizá-lo pelo artigo.


Vania

2019-11-06 14:30:05

Olha aí, Nardoch - olho vivo na Natureza, na vida: NÃO HÁ IGUALDADE LITERAL!! Que imbecilidade esta, inventada pela sustentabilidade mística, de "diminuir desigualdades"??? Tudo na Natureza é desigual, e tem de lutar pela sobrevivência, sem ajuda de papais do céu! 'Igualdade' = entropia = morte!! Acordem desse delírio nada científico, afogado em paraísos inexistentes e improdutivos!! Caramba!


Jairo Cabral DF

2019-11-05 23:04:58

Grande Narloch, aqui em Brasília esse fenômeno é BRUTAL: eu entrei no Banco Central em 1978, e namorei uma colega Analista. Mas me casei com uma linda dona de casa. Um colega ao meu lado casou-se com uma Analista do Banco do Brasil. O casal poupava o salário dele integral todos os meses. Resultado: estou pobre e ele muito RICO!!!!!!!


Jose

2019-11-05 10:57:20

A crítica genérica à desigualdade tem dna esquerdista e não não se sustenta à mínima crítica racional. É só olharmos para a Venezuela, para a Coréia do Norte, para Cuba e outros países esquerdistas para ver no que dá tentar implantar a igualdade à força. Só produz uma igualdade, a igualdade dos miseráveis. Bem estar mesmo, nestas sociedades, somente para os escolhidos pelo estado ou pelo partido, que são uma minoria.


J. BRASIL

2019-11-05 09:10:18

Normalmente misturam igualdade com taxação de fortuna;o Piketty foi um que fez isso, mas ele próprio fala que o lucro é motor dos negócios. Essa questão da fortuna é uma esperança tola, ou má fé mesmo, da turma esquerdalha: desafio a provarem o que vale na nossa questão fiscal (receita e despesas do governo) uma confiscação total das fortunas acima de R$ 4 milhões, por exemplo; pra mim não dá a metade da Dívida Bruta Governo Central. O fato é que todos os anos precisamos produzir tudo de novo.


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Comentários (10)

Sandra

2019-12-07 02:02:17

Assim como eu fui beneficiada pelo excelente ensino de escola pública, tantos outros alunos, como os moradores de favela, também o foram!! Acho que as oportunidades e a educação de qualidade, reduziriam a desigualdade!!


Leandro

2019-11-16 17:31:53

Bela materia. Mas fico sempre pensando, quem esta fomentabdo essa confusao. Combustao expontanea, nao acredito. Seria algo rapido. Essa esta durando demais e com estragos q mais parece auto flagelacao. Tem q ter um "grupo das trevas"agindo pra fazer td acontecer.


Jorge

2019-11-16 16:07:05

Procusto , da mitologia grega, acabava com a desigualdade com seu LEITO DE PROCUSTO. Era a antevisão, há milênios, do que seria o comunismo


Marcelo

2019-11-13 11:35:40

Acho que a abordagem da educação de qualidade para reduzir a desigualdade seria mais apropriada. Não a que os políticos utilizam, de forma hipócrita, mas a que vivi na minha infância. As escolas públicas eram referência na educação. Eu, classe média, estudava na mesma escola que crianças que moravam em favela e conjuntos habitacionais no Leblon. A educação garante a igualdade de oportunidades.


VITOR

2019-11-08 11:34:16

Leandro Narloch sempre ótimo, preciso, lógico e matemático. Só que algumas pessoas - que são 100% emocionais e 0% racionais - não gostam de ler essas verdades, que incomodam muito... Principalmente os que ainda seguem o credo da esquerda.


Vania

2019-11-06 14:33:55

(1) Clico em "entre na conversa" e não entro, pq nada aparece. (2) Seu artigo é muito bom. Fiz um comentário anterior, criticando as 'odes' contra as desigualdades e esqueci de parabenizá-lo pelo artigo.


Vania

2019-11-06 14:30:05

Olha aí, Nardoch - olho vivo na Natureza, na vida: NÃO HÁ IGUALDADE LITERAL!! Que imbecilidade esta, inventada pela sustentabilidade mística, de "diminuir desigualdades"??? Tudo na Natureza é desigual, e tem de lutar pela sobrevivência, sem ajuda de papais do céu! 'Igualdade' = entropia = morte!! Acordem desse delírio nada científico, afogado em paraísos inexistentes e improdutivos!! Caramba!


Jairo Cabral DF

2019-11-05 23:04:58

Grande Narloch, aqui em Brasília esse fenômeno é BRUTAL: eu entrei no Banco Central em 1978, e namorei uma colega Analista. Mas me casei com uma linda dona de casa. Um colega ao meu lado casou-se com uma Analista do Banco do Brasil. O casal poupava o salário dele integral todos os meses. Resultado: estou pobre e ele muito RICO!!!!!!!


Jose

2019-11-05 10:57:20

A crítica genérica à desigualdade tem dna esquerdista e não não se sustenta à mínima crítica racional. É só olharmos para a Venezuela, para a Coréia do Norte, para Cuba e outros países esquerdistas para ver no que dá tentar implantar a igualdade à força. Só produz uma igualdade, a igualdade dos miseráveis. Bem estar mesmo, nestas sociedades, somente para os escolhidos pelo estado ou pelo partido, que são uma minoria.


J. BRASIL

2019-11-05 09:10:18

Normalmente misturam igualdade com taxação de fortuna;o Piketty foi um que fez isso, mas ele próprio fala que o lucro é motor dos negócios. Essa questão da fortuna é uma esperança tola, ou má fé mesmo, da turma esquerdalha: desafio a provarem o que vale na nossa questão fiscal (receita e despesas do governo) uma confiscação total das fortunas acima de R$ 4 milhões, por exemplo; pra mim não dá a metade da Dívida Bruta Governo Central. O fato é que todos os anos precisamos produzir tudo de novo.



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