Crusoé
30.01.2026 Fazer Login Assinar
Crusoé
Crusoé
Fazer Login
  • Acervo
  • Edição diária
Edição Semanal
Pesquisar
crusoe

X

  • Olá! Fazer login
Pesquisar
  • Acervo
  • Edição diária
  • Edição Semanal
    • Entrevistas
    • O Caminho do Dinheiro
    • Ilha de Cultura
    • Leitura de Jogo
    • Crônica
    • Colunistas
    • Assine já
      • Princípios editoriais
      • Central de ajuda ao assinante
      • Política de privacidade
      • Termos de uso
      • Política de Cookies
      • Código de conduta
      • Política de compliance
      • Baixe o APP Crusoé
    E siga a Crusoé nas redes
    Facebook Twitter Instagram
    Crônica

    Trump e China

    A eleição do republicano levou Pequim a adotar um amplo pacote de estímulo econômico

    avatar
    Márcio Coimbra
    6 minutos de leitura 06.12.2024 03:30 comentários 2
    Marco Rubio. Foto: Bill Moore/Flickr
    • Whastapp
    • Facebook
    • Twitter
    • COMPARTILHAR
    Atenção!

    Este conteúdo é exclusivo para assinantes

    Faça parte de O Antagonista + Crusoé e tenha acesso ilimitado com:
    ACESSO ILIMITADO AOS CONTEÚDOS do site O Antagonista e das matérias semanais da Revista Crusoé
    Acesso à área de COMENTÁRIOS nos sites
    Descontos de até 70%
    Notícias mais importantes do Brasil e do mundo
    Reportagens exclusivas, bastidores do poder e análise crítica de quem fiscaliza o poder
    VOLTAR
    QUERO ASSINAR

    A eleição de Donald Trump levou o governo de Pequim a adotar um amplo pacote de estímulo econômico de 1,4 trilhão de dólares com o objetivo de combater possíveis consequências na relação futura com os americanos.

    Diários

    Curdos adotam cautela após novo acordo com governo sírio

    João Pedro Farah Visualizar

    A relação entre o advogado de Vorcaro e Dias Toffoli

    Redação Crusoé Visualizar

    Rússia descarta "traição" em Cuba e cita queda de Maduro

    Redação Crusoé Visualizar

    Kataguiri quer suspender repasse de R$ 1 mi a escola de samba que vai homenagear Lula

    Wilson Lima Visualizar

    CPMI do INSS recorre a Toffoli em busca de documentos de Vorcaro

    Redação Crusoé Visualizar

    Contas públicas registraram déficit de R$ 55 bilhões em 2025, diz BC

    Guilherme Resck Visualizar

    Mais Lidas

    A esquerda latina se aproxima da ditadura argentina

    A esquerda latina se aproxima da ditadura argentina

    Visualizar notícia
    Acabou a paciência

    Acabou a paciência

    Visualizar notícia
    Airbnb na mira da reforma tributária

    Airbnb na mira da reforma tributária

    Visualizar notícia
    Banquete do Mengão

    Banquete do Mengão

    Visualizar notícia
    Direita reanimada

    Direita reanimada

    Visualizar notícia
    Domínio mineral chinês

    Domínio mineral chinês

    Visualizar notícia
    Emissora venezuelana desafia regime apesar de ameaças

    Emissora venezuelana desafia regime apesar de ameaças

    Visualizar notícia
    Exemplo chileno

    Exemplo chileno

    Visualizar notícia
    Juros altos: a prudência ainda é o melhor remédio

    Juros altos: a prudência ainda é o melhor remédio

    Visualizar notícia
    María Corina volta ao noticiário da Venezuela

    María Corina volta ao noticiário da Venezuela

    Visualizar notícia

    Tags relacionadas

    China

    Donald Trump

    Marco Rubio

    < Notícia Anterior

    Os homens que barraram o golpe

    29.11.2024 00:00 | 4 minutos de leitura
    Visualizar
    Próxima notícia >

    O pós-guerra sem Assad

    13.12.2024 00:00 | 4 minutos de leitura
    Visualizar
    author

    Márcio Coimbra

    Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

    Comentários (2)

    Carlos Renato Cardoso Da Costa

    2024-12-11 07:52:06

    Tendo em conta que a inflação foi um importante fator para a vitória de Trump, quanto da sua política tarifária poderá segurar a inflação alta? Caso isso realmente aconteça, como ele poderá manter a popularidade que tem? Apenas a agenda cultural não vai aplacar o descontentamento econômico


    Marcio de LIma Coimbra

    2024-12-08 14:14:31

    Post hoc ergo propter hoc... Será? Não há dúvida que a eleição de Trump postergou a dominação woke, amplamente favorável aos interesses chineses e islâmicos, para ficarmos apenas nos mais polêmicos. Mas até que ponto uma abordagem nacionalista se choca com o posicionamento chinês? Confesso que aprecio as ideias de John Mearsheimer, que dedicou um capítulo inteiro ADICIONAL à China na revisão de um livro seu bem conhecido bem como as ideias de Tim Marshall: Prisioners of Geography. That's all economy, stupid! não é bem assim. Creio que com Trump traremos de volta à racionalidade, coisa que a China se aferrou desde deng Xiaoping. Menos ideologia e mais foco, não "na paz mundial, no desenvolvimento autossustentável, mas como os habitantes de cada país, EUA e China, sem desprezar os seus satélites, fazerem seus cidadãos fazerem os finais dos meses se encontrarem, em termos de receita e despesa. O resto, muita erudição ou, como citou Shakespeare: "Too Much Ado for Nothing". PS. Sou homônimo do articulista. Muita coisa divertida aconteceu por conta disso.


    Torne-se um assinante para comentar

    Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

    Comentários (2)

    Carlos Renato Cardoso Da Costa

    2024-12-11 07:52:06

    Tendo em conta que a inflação foi um importante fator para a vitória de Trump, quanto da sua política tarifária poderá segurar a inflação alta? Caso isso realmente aconteça, como ele poderá manter a popularidade que tem? Apenas a agenda cultural não vai aplacar o descontentamento econômico


    Marcio de LIma Coimbra

    2024-12-08 14:14:31

    Post hoc ergo propter hoc... Será? Não há dúvida que a eleição de Trump postergou a dominação woke, amplamente favorável aos interesses chineses e islâmicos, para ficarmos apenas nos mais polêmicos. Mas até que ponto uma abordagem nacionalista se choca com o posicionamento chinês? Confesso que aprecio as ideias de John Mearsheimer, que dedicou um capítulo inteiro ADICIONAL à China na revisão de um livro seu bem conhecido bem como as ideias de Tim Marshall: Prisioners of Geography. That's all economy, stupid! não é bem assim. Creio que com Trump traremos de volta à racionalidade, coisa que a China se aferrou desde deng Xiaoping. Menos ideologia e mais foco, não "na paz mundial, no desenvolvimento autossustentável, mas como os habitantes de cada país, EUA e China, sem desprezar os seus satélites, fazerem seus cidadãos fazerem os finais dos meses se encontrarem, em termos de receita e despesa. O resto, muita erudição ou, como citou Shakespeare: "Too Much Ado for Nothing". PS. Sou homônimo do articulista. Muita coisa divertida aconteceu por conta disso.



    Notícias relacionadas

    Entre tio Paulo e tio França

    Entre tio Paulo e tio França

    Alexandre Soares Silva
    06.12.2024 03:30 5 minutos de leitura
    Visualizar notícia
    Morre o último dos grandes

    Morre o último dos grandes

    Josias Teófilo
    06.12.2024 03:30 4 minutos de leitura
    Visualizar notícia
    Como o “Xadrez 4D” de Bolsonaro virou pedido de penico

    Como o “Xadrez 4D” de Bolsonaro virou pedido de penico

    Felipe Moura Brasil
    06.12.2024 03:30 5 minutos de leitura
    Visualizar notícia
    A glória inglória do Corinthians

    A glória inglória do Corinthians

    Rodolfo Borges
    06.12.2024 03:30 4 minutos de leitura
    Visualizar notícia
    Crusoé
    o antagonista
    Facebook Twitter Instagram

    Acervo Edição diária Edição Semanal

    Redação SP

    Av Paulista, 777 4º andar cj 41
    Bela Vista, São Paulo-SP
    CEP: 01311-914

    Acervo Edição diária

    Edição Semanal

    Facebook Twitter Instagram

    Assine nossa newsletter

    Inscreva-se e receba o conteúdo de Crusoé em primeira mão

    Crusoé, 2026,
    Todos os direitos reservados
    Com inteligência e tecnologia:
    Object1ve - Marketing Solution
    Quem somos Princípios Editoriais Assine Política de privacidade Termos de uso