Crusoé
09.01.2026 Fazer Login Assinar
Crusoé
Crusoé
Fazer Login
  • Acervo
  • Edição diária
Edição Semanal
Pesquisar
crusoe

X

  • Olá! Fazer login
Pesquisar
  • Acervo
  • Edição diária
  • Edição Semanal
    • Entrevistas
    • O Caminho do Dinheiro
    • Ilha de Cultura
    • Leitura de Jogo
    • Crônica
    • Colunistas
    • Assine já
      • Princípios editoriais
      • Central de ajuda ao assinante
      • Política de privacidade
      • Termos de uso
      • Política de Cookies
      • Código de conduta
      • Política de compliance
      • Baixe o APP Crusoé
    E siga a Crusoé nas redes
    Facebook Twitter Instagram
    Edição Semana 313

    A ditadura da informalidade

    Pensamento que põe tudo o que é marginal no centro da cultura brasileira não parou até hoje e está na origem do esquecimento de importantes artistas

    avatar
    Josias Teófilo
    5 minutos de leitura 03.05.2024 03:13 comentários 3
    Gilberto Freyre lê Manuel Bandeira em cena de "O mestre de Apipucos" - Foto: Reprodução/Youtube
    • Whastapp
    • Facebook
    • Twitter
    • COMPARTILHAR
    Atenção!

    Este conteúdo é exclusivo para assinantes

    Faça parte de O Antagonista + Crusoé e tenha acesso ilimitado com:
    ACESSO ILIMITADO AOS CONTEÚDOS do site O Antagonista e das matérias semanais da Revista Crusoé
    Acesso à área de COMENTÁRIOS nos sites
    Descontos de até 70%
    Notícias mais importantes do Brasil e do mundo
    Reportagens exclusivas, bastidores do poder e análise crítica de quem fiscaliza o poder
    VOLTAR
    QUERO ASSINAR

    Joaquim Pedro de Andrade, quando era um jovem cineasta, no final dos anos 1950, fez um documentário sobre Manuel Bandeira e Gilberto Freyre financiado pelo Instituto Nacional do Livro. O filme, chamado inicialmente de O Mestre de Apipucos e O Poeta do Castelo (1959), mostrava os dois personagens em seus respectivos lares, com narração em off. Porém, enquanto Manuel Bandeira morava num apartamento simples no centro do Rio de Janeiro, Gilberto Freyre habitava uma grande casa histórica no bairro de Apipucos, no Recife. E enquanto Bandeira recitava um poema, Freyre falava da sua rotina e de sua casa. Na primeira exibição do filme o contraste ficou muito evidente, Freyre foi visto como um esnobe.

    Diários

    Trump insinua dilema: Groenlândia ou seguir na OTAN

    José Inácio Pilar Visualizar

    União Europeia aprova acordo com Mercosul

    José Inácio Pilar Visualizar

    Trump confirma encontro com María Corina

    Redação Crusoé Visualizar

    Abra o bico, Maduro!

    Duda Teixeira, João Pedro Farah Visualizar

    Confrontos em Aleppo provocam fuga de civis

    João Pedro Farah Visualizar

    Léo Moraes é o prefeito de capital mais bem avaliado, diz Veritá

    Redação Crusoé Visualizar

    Mais Lidas

    A milícia digital Master

    A milícia digital Master

    Visualizar notícia
    Abra o bico, Maduro!

    Abra o bico, Maduro!

    Visualizar notícia
    Ataques contra BC e Febraban foram orquestrados?

    Ataques contra BC e Febraban foram orquestrados?

    Visualizar notícia
    Captura de Maduro arranha imagem de Lula

    Captura de Maduro arranha imagem de Lula

    Visualizar notícia
    Chavismo de joelhos para Trump

    Chavismo de joelhos para Trump

    Visualizar notícia
    Léo Moraes é o prefeito de capital mais bem avaliado, diz Veritá

    Léo Moraes é o prefeito de capital mais bem avaliado, diz Veritá

    Visualizar notícia
    Maria Oropeza: uma das vítimas do totalitarismo de Maduro

    Maria Oropeza: uma das vítimas do totalitarismo de Maduro

    Visualizar notícia
    Modo eleição

    Modo eleição

    Visualizar notícia
    O Corinthians é antifrágil?

    O Corinthians é antifrágil?

    Visualizar notícia
    O enigma Delcy

    O enigma Delcy

    Visualizar notícia

    Tags relacionadas

    Alberto Cavalcanti

    Gilberto Freyre

    Joaquim Pedro de Andrade

    José Geraldo Vieira

    Manuel Bandeira

    < Notícia Anterior

    Uma educação argentina e brasileira, com Fabio Giambiagi

    26.04.2024 00:00 | 4 minutos de leitura
    Visualizar
    Próxima notícia >

    O Temer argentino, pero no mucho

    03.05.2024 00:00 | 4 minutos de leitura
    Visualizar
    author

    Josias Teófilo

    Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

    Comentários (3)

    José Wanderley Pereira Filho

    2024-05-07 16:53:36

    Li José Geraldo Vieira. Ladeira da Memória é uma preciosidade, encaixando elegantemente épocas e personagens na trama, mas gostei mesmo foi de A Mulher que Fugiu de Sodoma. É fenomenal, bem construído e envolvente. Parabéns por ajudar a divulgar um romancista que, veja só a que ponto chegamos, sabe realmente escrever.


    Adonis

    2024-05-04 18:23:48

    A arte brasileira atual louva o que é, vulgar.


    Albino

    2024-05-03 07:53:36

    Excelente!


    Torne-se um assinante para comentar

    Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

    Comentários (3)

    José Wanderley Pereira Filho

    2024-05-07 16:53:36

    Li José Geraldo Vieira. Ladeira da Memória é uma preciosidade, encaixando elegantemente épocas e personagens na trama, mas gostei mesmo foi de A Mulher que Fugiu de Sodoma. É fenomenal, bem construído e envolvente. Parabéns por ajudar a divulgar um romancista que, veja só a que ponto chegamos, sabe realmente escrever.


    Adonis

    2024-05-04 18:23:48

    A arte brasileira atual louva o que é, vulgar.


    Albino

    2024-05-03 07:53:36

    Excelente!



    Notícias relacionadas

    O tal do artista engajado

    O tal do artista engajado

    Dennys Xavier
    09.01.2026 03:30 7 minutos de leitura
    Visualizar notícia
    O idiota da aldeia global

    O idiota da aldeia global

    Gustavo Nogy
    09.01.2026 03:30 3 minutos de leitura
    Visualizar notícia
    Brasil, laboratório identitário

    Brasil, laboratório identitário

    Josias Teófilo
    09.01.2026 03:30 4 minutos de leitura
    Visualizar notícia
    Quem pensará quando já não pensarmos?

    Quem pensará quando já não pensarmos?

    Gustavo Nogy
    02.01.2026 03:30 5 minutos de leitura
    Visualizar notícia
    Crusoé
    o antagonista
    Facebook Twitter Instagram

    Acervo Edição diária Edição Semanal

    Redação SP

    Av Paulista, 777 4º andar cj 41
    Bela Vista, São Paulo-SP
    CEP: 01311-914

    Acervo Edição diária

    Edição Semanal

    Facebook Twitter Instagram

    Assine nossa newsletter

    Inscreva-se e receba o conteúdo de Crusoé em primeira mão

    Crusoé, 2026,
    Todos os direitos reservados
    Com inteligência e tecnologia:
    Object1ve - Marketing Solution
    Quem somos Princípios Editoriais Assine Política de privacidade Termos de uso