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Diários

Viva a Revolução Americana de Mark Zuckerberg

Mais do que priorizar a liberdade de expressão, mudança na Meta fortalece o direito à cidadania

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Duda Teixeira
3 minutos de leitura 08.01.2025 09:44 comentários 4
Mark Zuckerberg. Reprodução/redes sociais
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O mundo não vai acabar com a decisão do diretor-executivo da Meta, Mark Zuckerberg (foto), de mudar a moderação de conteúdo nas redes sociais.

As redes sociais não vão virar uma "terra sem lei" só porque as agências de checagem serão substituídas pelas notas de comunidade no Facebook, no Instagram e no Threads.

Nada do que será feito pela Meta nos próximos meses vai ampliar a disseminação de "extrema-direita golpista que ameaça a democracia", como dizem alguns alarmistas.

O que veremos nas redes da Meta de agora em diante já aconteceu com o X e o resultado foi muito positivo.

Na plataforma de Elon Musk, conteúdos legítimos deixaram de ser derrubados por pressão de grupos de interesse.

Com isso, o X é hoje, disparado, a rede em que mais se debatem os rumos dos governos, as decisões dos tribunais, as políticas dos prefeitos e a atuação dos parlamentares.

Enfim, o X é onde as pessoas mais se informam sobre política e exercem seu direito à cidadania.

No seu anúncio nesta terça, 7, Zuckerberg enfatizou muito o direito à "liberdade de expressão".

Mas sua decisão também é sobre outro direito, consolidado da história americana: o de poder participar da política.

Conteúdo cívico

Para não melindrar usuários, empresas, ONGs, partidos, ativistas e minorias, as redes da Meta diminuíram a disseminação das publicações de cunho político nos últimos anos.

A correção de rota que acaba de ser anunciada, portanto, deveria ser um alento para todos os que se dizem a favor da democracia.

"Desde 2021, fizemos mudanças para reduzir a quantidade de conteúdo cívico que as pessoas veem — postagens sobre eleições, política ou questões sociais — com base no feedback que nossos usuários nos deram de que queriam ver menos desse conteúdo. Mas essa foi uma abordagem muito brusca. Vamos começar a diminuir isso no Facebook, Instagram e Threads usando uma abordagem mais personalizada, para que as pessoas que querem ver mais conteúdo político possam visualizá-los", diz a nota publicada no site da empresa.

A Meta afirmou que irá recomendar mais conteúdos políticos com base no comportamento dos usuários, como as visualizações de postagens e as páginas curtidas.

Além disso, haverá mecanismos para permitir que as pessoas possam determinar quanto de conteúdo político querem ver.

Cidadania

Para que a democracia aconteça, as pessoas precisam se informar sobre política e ter a liberdade para discutir o assunto.

Esse direito estava sendo coibido com as políticas de moderação de conteúdo.

Quando Zuckerberg fala em corrigir o erro, ele está prometendo resgatar o direito à cidadania.

Revolução Americana

Quando os moradores das treze colônias americanas se revoltaram contra o rei George III, em 1776, eles estavam descontentes porque muitos dos seus direitos estavam sendo obliterados.

Entre esses direitos estava a participação política.

Os colonos ingleses na América exerciam a cidadania ao se candidatar para as assembleias legislativas.

Havia pleno direito à liberdade de expressão e inúmeros jornais.

Os colonos também participavam da Justiça, por meio dos tribunais de júri.

Foi em grande parte para preservar esses direitos já existentes que eles declararam independência da Inglaterra.

Viva a Revolução Americana de Mark Zuckerberg.

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Comentários (4)

Carlos Renato Cardoso Da Costa

2025-01-09 04:49:05

Quando secam as tetas, as crias choram.


Adriano Neves

2025-01-08 20:30:26

Viva as notas da comunidade!


ISABELLE ALÉSSIO

2025-01-08 12:10:22

Viva!


Ana Amaral

2025-01-08 10:09:23

Viva o Duda!👏👏👏👏


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Comentários (4)

Carlos Renato Cardoso Da Costa

2025-01-09 04:49:05

Quando secam as tetas, as crias choram.


Adriano Neves

2025-01-08 20:30:26

Viva as notas da comunidade!


ISABELLE ALÉSSIO

2025-01-08 12:10:22

Viva!


Ana Amaral

2025-01-08 10:09:23

Viva o Duda!👏👏👏👏



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