Crusoé
18.10.2026 Fazer Login Assinar
Crusoé
Crusoé
Fazer Login
  • Acervo
  • Edição diária
Edição Semanal
Pesquisar
crusoe

X

  • Olá! Fazer login
Pesquisar
  • Acervo
  • Edição diária
  • Edição Semanal
  • Entrevistas
  • O Caminho do Dinheiro
  • Ilha de Cultura
  • Leitura de Jogo
  • Poder
  • Colunistas
  • Assine já
    • Princípios editoriais
    • Central de ajuda ao assinante
    • Política de privacidade
    • Termos de uso
    • Política de Cookies
    • Código de conduta
    • Política de compliance
    • Baixe o APP Crusoé
E siga a Crusoé nas redes
Facebook Twitter Instagram

Senado aprova Lei de Bases de Milei com voto de minerva e sem privatizações

O plenário do Senado da Nação Argentina aprovou uma versão desidratada do Projeto de Lei de Bases, com as reformas gerais de início de mandato do governo de Javier Milei. A votação do texto geral acabou em empate, 36 votos a 36, na noite desta quarta-feira, 12 de junho, após mais de 10 horas de...

avatar
Caio Mattos, De Buenos Aires
4 minutos de leitura 12.06.2024 23:16 comentários 1
Senado aprova Lei de Bases de Milei com voto de minerva e sem privatizações
Vice-presidente da Argentina, Victoria Villaruel, conduz sessão do plenário do Senado que vota pacotão de reformas de início de mandato do governo de Javier Milei - 12/06/2024. Reprodução/ Senado da Nação Argentina
  • Whastapp
  • Facebook
  • Twitter
  • COMPARTILHAR

O plenário do Senado da Nação Argentina aprovou uma versão desidratada do Projeto de Lei de Bases, com as reformas gerais de início de mandato do governo de Javier Milei.

A votação do texto geral acabou em empate, 36 votos a 36, na noite desta quarta-feira, 12 de junho, após mais de 10 horas de debate.

Foi preciso o voto de minerva da presidente do Senado e vice-presidente da Nação, Victoria Villaruel (foto), para a aprovação.

Esta será a primeira lei do governo Milei, há pouco mais seis meses no poder.

Nas negociações às vésperas da votação, a oposição conseguiu garantir alterações em artigos chave do projeto.

Os senadores ainda votam os destaques. Villaruel precisou desempatar mais uma vez nessa etapa para garantir a aprovação dos estados de emergência, ou faculdades delegadas ao Executivo, um dos pontos mais importantes do texto.

A sessão desta quarta também foi marcada por cenas de violência do lado de fora do Congresso.

A Guarda Nacional usou gás lacrimogênio, bala de borracha e caminhão hidrante para dissipar protesto organizado pela chamada esquerda não peronista contra a iniciativa do governo.

Alguns manifestantes jogaram pedras na tropa de choque e incendiaram lixeiras, dois carros e um posto de aluguel de bicicletas. Ao menos, 23 pessoas foram detidas.

https://twitter.com/o_antagonista/status/1800993321164116089

Foto: Caio Mattos/ Crusoé
Jovem segura uma pedra em frente a lixo incendiado durante confronto entre manifestantes e Guarda Nacional na frente do Congresso da Nação Argentina – 12/06/2024. Foto: Caio Mattos/ Crusoé
Foto: Caio Mattos/ Crusoé
Manifestantes reagem a gás lacrimogêneo em confronto com polícia na frente do Congresso da Nação Argentina – 12/06/2024. Foto: Caio Mattos/ Crusoé
Foto: Caio Mattos/ Crusoé
Confronto entre manifestantes e polícia na frente do Congresso da Nação Argentina – 12/06/2024. Foto: Caio Mattos/ Crusoé
Foto: Caio Mattos/ Crusoé
Cordão da Guarda Nacional com máscaras de gás em frente ao Congresso da Nação Argentina – 12/06/2024. Foto: Caio Mattos/ Crusoé
Foto: Caio Mattos/ Crusoé
Bombeiro atende a manifestante atingido por gás lacrimogêneo em confronto com polícia na frente do Congresso da Nação Argentina – 12/06/2024. Foto: Caio Mattos/ Crusoé
Foto: Caio Mattos/ Crusoé
Manifestante picha “A pátria não se vende” em confronto com polícia na frente do Congresso da Nação Argentina – 12/06/2024. Foto: Caio Mattos/ Crusoé
Foto: Caio Mattos/ Crusoé
Cordão da Guarda Nacional com caminhão hidrante em frente ao Congresso da Nação Argentina – 12/06/2024. Foto: Caio Mattos/ Crusoé

O que o Senado alterou na Lei de Bases?

 

A principal alteração do texto-geral no Senado foi a redução da lista de privatizações.

Foram retiradas a companhia aérea Aerolíneas Argentinas, a empresa de comunicação Rádio e Televisão Argentina e o serviço postal Correo Argentino.

Esses cortes foram negociados com o governo horas antes da votação, como noticiou a imprensa local pela manhã desta quarta.

Assim, o número de privatizações no Projeto de Lei de Bases caiu para cerca de 15. O primeiro esboço do pacotão, apresentado em dezembro, previa mais de 40.

Como a oposição conseguiu se impor no Senado?

 

Apesar de Milei ter se elegido à Presidência com quase 60% dos votos em novembro, os seus aliados não conseguiram tantos assentos no Congresso.

Os libertários somam apenas sete senadores, de um total de 72.

Se incluídos os partidários do ex-presidente Mauricio Macri, aliado aberto de Milei desde o segundo turno das eleições, a base mal chega a 15 senadores.

Com esses números, o governo sozinho não consegue nem iniciar sessões no plenário do Senado. É preciso 37 senadores.

O quórum mínimo para a sessão motivou as negociações que levaram aos cortes na lista de privatizações.

O que acontece agora com a Lei de Bases?

 

Como o projeto de lei aprovado pelos deputados em abril sofreu alterações no Senado, o texto volta à Câmara.

A base governista precisa de dois terços dos votos presentes na Casa para reverter as alterações aprovadas nesta quarta.

Isso pode equivaler até 172 votos. Entretanto, o governo mal tem 80 deputados.

Milei também pode vetar as mudanças que desidrataram a Lei de Bases, mas corre risco de criar maior atrito com o Congresso.

Recentemente, ele afirmou que vetaria uma outra iniciativa, aprovada pela Câmara no início de junho, que derrubou o decreto presidencial da mini-reforma das aposentadorias.

Assim como no Brasil, o Legislativo precisa de dois terços em ambas as Casas para reverter um eventual veto presidencial.

Desde a década de 1990, o Congresso da Nação Argentina nunca derrubou um veto presidencial.

Nesse período, tampouco houve uma relação tão conflituosa entre o Executivo e o Legislativo, com uma base governista tão frágil.

O que acontece agora no Senado?

 

A sessão especial do Senado desta quarta segue em andamento. Os senadores ainda votarão os destaques da Lei de Bases e repetirão o processo com o texto a parte da reforma fiscal.

Os dois projetos integram o chamado pacotão de reformas ómnibus.

A expectativa é que este texto também seja desidratado, com restrições à isenções fiscais para grandes investimentos e para regulamentação de bens.

O governo quer a isenção absoluta para ambos.

Diários

Crusoé nº 442: O Exército das fake news

Redação Crusoé Visualizar

Corinthians anuncia acordo de confidencialidade com a Caixa

Redação Crusoé Visualizar

Ônibus de graça de Lula é inconstitucional e inviável

Duda Teixeira Visualizar

"Ninguém vai ter prejuízo com fim da 6x1", diz Lula

Redação Crusoé Visualizar

Vorcaro orientou vídeos de Gabriela Prioli

Duda Teixeira Visualizar

Alvo de Dino, ex-secretário é internado com paralisia facial

Redação Crusoé Visualizar

Mais Lidas

A arapuca do alinhamento automático

A arapuca do alinhamento automático

Visualizar notícia
A arrogância fatal da esquerda

A arrogância fatal da esquerda

Visualizar notícia
A bizarra eleição dos candidatos com papéis trocados

A bizarra eleição dos candidatos com papéis trocados

Visualizar notícia
Corinthians anuncia acordo de confidencialidade com a Caixa

Corinthians anuncia acordo de confidencialidade com a Caixa

Visualizar notícia
Crusoé nº 442: O Exército das fake news

Crusoé nº 442: O Exército das fake news

Visualizar notícia
O Exército das fake news

O Exército das fake news

Visualizar notícia
O Flávio "real", segundo Nikolas

O Flávio "real", segundo Nikolas

Visualizar notícia
O medo já mora no Planalto

O medo já mora no Planalto

Visualizar notícia
O xeque-mate de Sánchez

O xeque-mate de Sánchez

Visualizar notícia
Ônibus de graça de Lula é inconstitucional e inviável

Ônibus de graça de Lula é inconstitucional e inviável

Visualizar notícia

Tags relacionadas

Argentina

articulação política

Javier Milei

Reformas

Senado

< Notícia Anterior

Violência na frente do Congresso marca votação de reformas de Milei no Senado

12.06.2024 00:00 | 4 minutos de leitura
Visualizar
Próxima notícia >

Janja aparece na Suíça em Semana dos Namorados

13.06.2024 00:00 | 4 minutos de leitura
Visualizar
author

Caio Mattos, De Buenos Aires

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (1)

Joao

2024-06-13 02:50:26

No Brasil para reverter um veto presidencial é necessário maioria absoluta nas duas casas, não 2/3.


Torne-se um assinante para comentar

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (1)

Joao

2024-06-13 02:50:26

No Brasil para reverter um veto presidencial é necessário maioria absoluta nas duas casas, não 2/3.



Notícias relacionadas

Crusoé nº 442: O Exército das fake news

Crusoé nº 442: O Exército das fake news

Redação Crusoé
17.10.2026 07:30 3 minutos de leitura
Visualizar notícia
Corinthians anuncia acordo de confidencialidade com a Caixa

Corinthians anuncia acordo de confidencialidade com a Caixa

Redação Crusoé
16.10.2026 17:12 3 minutos de leitura
Visualizar notícia
Ônibus de graça de Lula é inconstitucional e inviável

Ônibus de graça de Lula é inconstitucional e inviável

Duda Teixeira
16.10.2026 16:36 3 minutos de leitura
Visualizar notícia
"Ninguém vai ter prejuízo com fim da 6x1", diz Lula

"Ninguém vai ter prejuízo com fim da 6x1", diz Lula

Redação Crusoé
16.10.2026 15:38 3 minutos de leitura
Visualizar notícia
Crusoé
o antagonista
Facebook Twitter Instagram

Acervo Edição diária Edição Semanal

Redação SP

Av Paulista, 777 4º andar cj 41
Bela Vista, São Paulo-SP
CEP: 01311-914

Acervo Edição diária

Edição Semanal

Facebook Twitter Instagram

Assine nossa newsletter

Inscreva-se e receba o conteúdo de Crusoé em primeira mão

Crusoé, 2026,
Todos os direitos reservados
Com inteligência e tecnologia:
Object1ve - Marketing Solution
Quem somos Princípios Editoriais Assine Política de privacidade Termos de uso