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    Por que o palestino Fatah reclama do Irã

    O partido laico palestino Fatah publicou uma nota na quarta, 3, em que reclama da interferência do Irã na Cisjordânia. O Fatah afirmou em uma nota que não permitirá que "nossa causa sagrada e o sangue do nosso povo seja explorado" pelos iranianos. O texto também diz que o Fatah vai se opor contra qualquer...

    Redação Crusoé
    3 minutos de leitura 06.04.2024 15:24 comentários 3
    Joe Biden e Mahmoud Abbas
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    O partido laico palestino Fatah publicou uma nota na quarta, 3, em que reclama da interferência do Irã na Cisjordânia.

    O Fatah afirmou em uma nota que não permitirá que "nossa causa sagrada e o sangue do nosso povo seja explorado" pelos iranianos.

    O texto também diz que o Fatah vai se opor contra qualquer interferência de fora que possa ameaçar as forças de segurança e as instituições nacionais.

     

    Autoridade Palestina

    O Fatah é o partido que comanda a Autoridade Palestina, AP, entidade que foi criada pelos Acordos de Oslo para governar a Cisjordânia e a Faixa de Gaza. Seu presidente atualmente é Mahmoud Abbas (na foto, com Joe Biden, em 2022).

    Pelo acordo, que foi assinado com apoio americano, a AP troca informações de segurança com Israel, o que permite a prisão de muitos terroristas na Cisjordânia.

    O Fatah, contudo, foi expulso da Faixa de Gaza após o partido religioso fundamentalista Hamas dar um golpe de Estado em 2007.

     

    Fatah X Hamas

    Além da diferença na importância que os dois paridos dão para a religião (o Fatah é laico, o Hamas é fundamentalista religioso), os dois grupos têm diferentes financiadores.

    A receita da Autoridade Palestina vem dos Estados Unidos e da União Europeia.

    O Hamas recebe dinheiro de países do Golfo e do Irã, que financia sua ala militar, treina seus membros e abastece o grupo com armas e munições.

     

    Estratégia na ONU

    Ao distanciar-se do Irã, país que promove os grupos terroristas Hezbollah no Líbano, o Hamas na Faixa de Gaza e os Houthis no Iêmen, o Fatah tenta se mostrar como um parceiro confiável.

    Um dia antes de criticar o Irã, a Autoridade Palestina pediu novamente ao o Conselho de Segurança das Nações Unidas para ser considerada como um "Estado observador não membro" na ONU, algo que aumentaria a pressão para que Israel também aceite a ideia de um Estado palestino.

    A primeira vez que a AP solicitou isso foi em 2011.O pedido de mudança de status, contudo, não passou pelas fases anteriores necessárias para chegar ao Conselho de Segurança. Mesmo assim, a solicitação teria de enfrentar um provável veto americano.

    Mesmo assim, em 2012, a Autoridade Palestina conseguiu ser reconhecida na ONU como uma "entidade observadora não membro", sem direito a voto.

    Caso o pedido seja aceito, a AP passaria a ser um "Estado observador não membro", o mesmo status do Vaticano.

    Para almejar tal coisa, em primeiro lugar, a AP precisa ser vista como uma entidade correta e pacífica. Afastar-se do Irã pode ser um passo nessa direção.

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    Comentários (3)

    Sergio

    2024-04-07 23:37:36

    O Irã conseguiu o que queria com o atentado do Hamas: interromper o processo de maior aproximação dos países do Oriente Médio com a democracia. Cabe agora a Israel e EUA não tentar apagar o fogo com gasolina e buscar soluções com mais diálogo e menos armas, depois de resgatarem os reféns sobreviventes e desarmarem Gaza, naturalmente.


    Odete6

    2024-04-07 07:02:26

    E preciso terminar definitivamente com essa amaldiçoada era do terror e, isso só se conseguirá de forma de fato eficaz quando a iniciativa partir de núcleos lúcidos e laicos de dentro do ambiente de algumas das nações árabes. As recentes iniciativas da AP parecem ser a gênese de uma era nova e racional.


    Franco

    2024-04-06 15:57:56

    O Irã é um câncer. Israel, vai pra tudo ou tudo . Circo bombas nucleares. No Irã, claro.


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    Comentários (3)

    Sergio

    2024-04-07 23:37:36

    O Irã conseguiu o que queria com o atentado do Hamas: interromper o processo de maior aproximação dos países do Oriente Médio com a democracia. Cabe agora a Israel e EUA não tentar apagar o fogo com gasolina e buscar soluções com mais diálogo e menos armas, depois de resgatarem os reféns sobreviventes e desarmarem Gaza, naturalmente.


    Odete6

    2024-04-07 07:02:26

    E preciso terminar definitivamente com essa amaldiçoada era do terror e, isso só se conseguirá de forma de fato eficaz quando a iniciativa partir de núcleos lúcidos e laicos de dentro do ambiente de algumas das nações árabes. As recentes iniciativas da AP parecem ser a gênese de uma era nova e racional.


    Franco

    2024-04-06 15:57:56

    O Irã é um câncer. Israel, vai pra tudo ou tudo . Circo bombas nucleares. No Irã, claro.



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