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O papel restrito dos aviões no combate ao fogo da Amazônia

Os líderes do G7 anunciaram nesta segunda-feira, 26, uma verba de 90 milhões de reais para conter o fogo na Amazônia. A maior parte deverá ser gasta com o envio de aviões de combate a incêndios. O anúncio foi feito pelo presidente francês, Emmanuel Macron. Nas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro tem destacado o...

Crusoe
Redação Crusoé
2 minutos de leitura 26.08.2019 11:48 comentários 10
O papel restrito dos aviões no combate ao fogo da Amazônia
Combate incêndio avião Amazônia
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Os líderes do G7 anunciaram nesta segunda-feira, 26, uma verba de 90 milhões de reais para conter o fogo na Amazônia. A maior parte deverá ser gasta com o envio de aviões de combate a incêndios. O anúncio foi feito pelo presidente francês, Emmanuel Macron.

Nas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro tem destacado o uso de aeronaves C-130 Hércules no combate aos focos (foto).

Mas a técnica não é a mais recomendada para apagar o fogo. "Jogar água de avião é pirotecnia. Os focos de incêndio são muito espalhados e as aeronaves cobrem áreas restritas, além de ser um método muito caro", diz Tiago Reis, especialista em política ambiental e em ciências do uso do solo e pesquisador da Universidade Católica de Louvain, na Bélgica.

O mais recomendado, segundo Reis, é trabalhar com equipes em terra. Com brigadistas e bombeiros bem treinados e equipamento especializado. Esses profissionais devem ser deslocados para as regiões em que há matéria orgânica aguardando para ser queimada. Também devem agir usando dados diversos, como a direção do vento.

Os aviões podem ser mais valiosos para reduzir os danos nas áreas próximas das cidades, onde a fumaça tem afetado a saúde pública. "Fora isso, os aviões são um método muito mais midiático do que efetivo", diz Reis.

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Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (10)

Roberto

2019-08-27 08:46:17

Tenho certeza que este especialista, explicou como enviar tropas de solo e equipamentos para uma área de 5.500.000k² sem estradas e sem infra estrutura de apoio, uma área que e praticamente 180 vezes maior que a Bélgica. Mais um dito especialista que deveria evitar comentários desnecessários e presentar soluções viáveis ao problema. Aguardo as explicações de como enviar as tropas. Obrigado


CLAUDIO

2019-08-27 06:33:27

Esse pesquisador deveria por em prática sua sugestão. ir pessoalmente na frente da batalha. Falar até papagaio fala.


ZURIEiL

2019-08-26 18:26:06

Este pesquisador belga está viajando na maionese!!! Vem se vê que não tem ideia da dimensão da Amazônia... Como deslocar pessoal de terra para 5 milhoes de km2 em milhares de focos !!! É um idiota. Se não sabe como ajudar, então fica quieto. E este jornalista trate de escrever esta matéria com mais inteligência...


Ivan

2019-08-26 17:02:32

Temos diversos especialistas, mestres e doutores em incêndios florestais dentro das Universidades Federais que tem o curso Engenharia Florestal, mas a mídia não os procuram para que tenham informações precisas e enriquecedoras, preferem ouvir um especialista em política ambiental.


Cesar

2019-08-26 16:39:24

Quantos anos demora para preparar esse pessoal de terra? Quantas centenas são necessários pra amazônia? Precisa de apoio aéreo ? Sim, também. Mais um indivíduo da lacrosfera dando pitaco direto da poltrona.


Paulo

2019-08-26 14:39:38

Todos os comentários anteriores são muito pertinentes, fica até difícil se fazer mais algum. Eu fiz um comentário aqui, foi logo no início que questionava justamente isso, o problema crucial de logística. O avião descarrega todo seu conteúdo praticamente em minutos, depois tem que ir ao aeroporto mais próximo para reabastecer de água e combustível para retornar e despejar mais um pouco em outros poucos minutos. As distancias são amazônicas, então só prestam para o entorno das cidades!


Felippe

2019-08-26 13:30:56

Só pode ter esta opinião quem não conhece nem sequer a estrutura vegetal da floresta amazônica. Ao contrário das florestas temperadas, as tropicais possuem grande variedade e densidade de vegetação rasteira, o que praticamente inviabiliza a proposta feita por este "especialista de gabinete" Para uma tropa se deslocar 1 km em mata fechada tendo que abrir "picadas" leva cerca de 3 horas, sem contar em como as equipes chegariam ao solo e como seria feita a logística. Aí especialistas....


Brasil Melhor

2019-08-26 13:23:12

Quanta desinformação. Até às brigadas antiincêndio sabem que a melhor técnica é que alia o resfriamento do solo por lançamento aéreo, com ação terrestre. E assim será feito. Assim foi feito no combate a incêndios na Califórnia, em Portugal, na Austrália ou qualquer outro lugar do mundo. Ou será que que jamais assistimos a vídeos de aeronaves lançando água para combater incêndios de grande proporção? Pois é, onde é possível, aí ingressam os brigadistas de solo.


JOAO

2019-08-26 13:04:19

Complicado esse tipo de opinião, não sei se o Brasil tem brigadistas capacitados e combater esse tipo de incêndio até porque antes do governo bolsonaro não existia e muito provavel não passaram por algum tipo de treinamento, pode não ser a melhor opção mas é uma e outra a Bélgica tem mata nativa? com infraestrutura zero próxima a região? das queimadas. essa noticia sensacionalista e sem informação compatível. com nossa realidade. melhor não publicar do que publicar isso.


Ricardo

2019-08-26 12:31:48

Comentário de quem entende.


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Comentários (10)

Roberto

2019-08-27 08:46:17

Tenho certeza que este especialista, explicou como enviar tropas de solo e equipamentos para uma área de 5.500.000k² sem estradas e sem infra estrutura de apoio, uma área que e praticamente 180 vezes maior que a Bélgica. Mais um dito especialista que deveria evitar comentários desnecessários e presentar soluções viáveis ao problema. Aguardo as explicações de como enviar as tropas. Obrigado


CLAUDIO

2019-08-27 06:33:27

Esse pesquisador deveria por em prática sua sugestão. ir pessoalmente na frente da batalha. Falar até papagaio fala.


ZURIEiL

2019-08-26 18:26:06

Este pesquisador belga está viajando na maionese!!! Vem se vê que não tem ideia da dimensão da Amazônia... Como deslocar pessoal de terra para 5 milhoes de km2 em milhares de focos !!! É um idiota. Se não sabe como ajudar, então fica quieto. E este jornalista trate de escrever esta matéria com mais inteligência...


Ivan

2019-08-26 17:02:32

Temos diversos especialistas, mestres e doutores em incêndios florestais dentro das Universidades Federais que tem o curso Engenharia Florestal, mas a mídia não os procuram para que tenham informações precisas e enriquecedoras, preferem ouvir um especialista em política ambiental.


Cesar

2019-08-26 16:39:24

Quantos anos demora para preparar esse pessoal de terra? Quantas centenas são necessários pra amazônia? Precisa de apoio aéreo ? Sim, também. Mais um indivíduo da lacrosfera dando pitaco direto da poltrona.


Paulo

2019-08-26 14:39:38

Todos os comentários anteriores são muito pertinentes, fica até difícil se fazer mais algum. Eu fiz um comentário aqui, foi logo no início que questionava justamente isso, o problema crucial de logística. O avião descarrega todo seu conteúdo praticamente em minutos, depois tem que ir ao aeroporto mais próximo para reabastecer de água e combustível para retornar e despejar mais um pouco em outros poucos minutos. As distancias são amazônicas, então só prestam para o entorno das cidades!


Felippe

2019-08-26 13:30:56

Só pode ter esta opinião quem não conhece nem sequer a estrutura vegetal da floresta amazônica. Ao contrário das florestas temperadas, as tropicais possuem grande variedade e densidade de vegetação rasteira, o que praticamente inviabiliza a proposta feita por este "especialista de gabinete" Para uma tropa se deslocar 1 km em mata fechada tendo que abrir "picadas" leva cerca de 3 horas, sem contar em como as equipes chegariam ao solo e como seria feita a logística. Aí especialistas....


Brasil Melhor

2019-08-26 13:23:12

Quanta desinformação. Até às brigadas antiincêndio sabem que a melhor técnica é que alia o resfriamento do solo por lançamento aéreo, com ação terrestre. E assim será feito. Assim foi feito no combate a incêndios na Califórnia, em Portugal, na Austrália ou qualquer outro lugar do mundo. Ou será que que jamais assistimos a vídeos de aeronaves lançando água para combater incêndios de grande proporção? Pois é, onde é possível, aí ingressam os brigadistas de solo.


JOAO

2019-08-26 13:04:19

Complicado esse tipo de opinião, não sei se o Brasil tem brigadistas capacitados e combater esse tipo de incêndio até porque antes do governo bolsonaro não existia e muito provavel não passaram por algum tipo de treinamento, pode não ser a melhor opção mas é uma e outra a Bélgica tem mata nativa? com infraestrutura zero próxima a região? das queimadas. essa noticia sensacionalista e sem informação compatível. com nossa realidade. melhor não publicar do que publicar isso.


Ricardo

2019-08-26 12:31:48

Comentário de quem entende.



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