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Lojistas defendem taxação da Shein: “Venda direta da China é totalmente desleal”

Em meio à insatisfação popular nas redes sociais contra o fim da isenção do Imposto de Importação em encomendas de até US$ 50, os lojistas brasileiros saíram em defesa da medida. Segundo Mauro Francis (foto), presidente da Ablos, Associação Brasileira dos Lojistas Satélites, categoria que reúne lojas de até 230 m², a venda direta da China...

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Murilo Pavini
3 minutos de leitura 14.04.2023 07:42 comentários 2
Mauro Francis - Presidente ABLOS - crédito fotógrafo Keiny Andrade
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Em meio à insatisfação popular nas redes sociais contra o fim da isenção do Imposto de Importação em encomendas de até US$ 50, os lojistas brasileiros saíram em defesa da medida. Segundo Mauro Francis (foto), presidente da Ablos, Associação Brasileira dos Lojistas Satélites, categoria que reúne lojas de até 230 m², a venda direta da China é “totalmente desleal” com o comerciante brasileiro, já que as empresas chinesas não são tributadas. Segue a entrevista.

 

Por que o senhor diz que a competição com a Shein e a Shoppe é totalmente desleal?
Hoje, essas empresas já estão com o marketplace posicionado no país. A venda direta da China é totalmente desleal porque a empresa estrangeira não paga nenhum tipo de tributo. Eu também acredito que o governo deveria tributar a venda deles aqui. Como fazer essa taxação? Via cartão de crédito.

O marketplace, em que outras empresas usam a plataforma para vender os próprios produtos, é um problema?
Marketplace com venda no Brasil, ok. O problema não é o marketplace que eles estão montando no Brasil, o problema é a venda direta da China. E a única forma de tributar é via cartão de crédito. Criar uma legislação ou medida provisória para que parte do faturamento feito no cartão de crédito fique retido aqui e pague esse imposto.

Hoje não tem essa taxação?
Não tem. As duas maiores, Shein e Shopee, venderam juntas R$ 11,2 bilhões em 2022 no país. Esses números são maiores do que qualquer player que a gente tem no Brasil, que empregam milhões de pessoas, e pagam bilhões impostos. A Americanas, em 2022, vendeu R$ 6,2 bilhões entre loja física e e-commerce.

Sem a tributação, não dá para concorrer com os sites chineses?
Além de ser uma concorrência desleal do produto, não tem como vender no preço que eles vendem no Brasil. Esse é um problema que afeta do pequeno lojista ao grande varejista. Não há distinção. 

O que poderia ocorrer no futuro?
Torço para a Shein vir para o Brasil e virar meu associado. Torço mesmo. O produto deles é sensacional, marca própria. Gostaria muito que viessem para o Brasil. Não tem problema nenhum em nossos associados concorrerem com eles, mas de uma forma que seja de igual para igual. Vamos ver que é melhor, quem tem o melhor produto, o melhor preço e a melhor condição de venda.

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Murilo Pavini

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Comentários (2)

Maria

2023-04-15 14:24:47

Mas é lógico que o lojista vai defender a taxação, estão vendo o lado deles…. Se eles não fossem tão gananciosos e trabalhassem com uma margem menor de lucro, não estariam com tanto medo. O governo tem que se preocupar primeiro é com os consumidores e estes compram na Shein porque é bem mais barato.


Ricardo Quintana

2023-04-14 09:58:27

Palhaço os preços aqui no Brasil são absurdos de caros uma camiseta vagaba que custava 25 reais está em 45 a 50 reais. Desleal são estes lojista para com os brasileiros.


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Comentários (2)

Maria

2023-04-15 14:24:47

Mas é lógico que o lojista vai defender a taxação, estão vendo o lado deles…. Se eles não fossem tão gananciosos e trabalhassem com uma margem menor de lucro, não estariam com tanto medo. O governo tem que se preocupar primeiro é com os consumidores e estes compram na Shein porque é bem mais barato.


Ricardo Quintana

2023-04-14 09:58:27

Palhaço os preços aqui no Brasil são absurdos de caros uma camiseta vagaba que custava 25 reais está em 45 a 50 reais. Desleal são estes lojista para com os brasileiros.



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