Executivos temem riscos reputacionais ao contratar influenciadores, segundo um levantamento da Nexus com 110 líderes empresariais realizado entre junho e agosto.
Para 89% dos entrevistados, influenciadores apresentam risco relevante para a reputação da empresa. Desse grupo, 72% consideram o risco “muito” grande.
O percentual sobe entre organizações que já utilizam ações de marketing ou comunicação: 91% dos líderes alertam para riscos reputacionais; 73% avaliam o risco como “muito” expressivo e 18%, como moderado.
Critérios que empresas utilizam ao contratar influenciadores
Por isso, as empresas analisam os influenciadores antes de contratá-los.
88% das companhias sempre analisam a reputação dos influenciadores; outras 3% fazem isso às vezes e 1% faz isso na maioria dos casos.
Entre as companhias que trabalham com ações de marketing ou comunicação, a taxa de avaliação sobe para 92%.
Marcelo Tokarski, CEO da Nexus, afirma que “o nível de consciência da gestão de risco entre os principais líderes empresariais é altíssimo.
Existe preocupação e cuidado evidente na seleção desses influenciadores, que, para o grande público, estão representando a empresa”.
A credibilidade (72%) e o alinhamento de valores (71%) são os critérios que mais pesam na avaliação dos influenciadores.
A afinidade com a marca (67%), a segurança reputacional (64%) e os posicionamentos públicos anteriores (56%) também pesam na decisão.
Engajamento (55%), histórico de crises (53%) e audiência (52%) também são considerados.
Como pré-requisitos para a contratação, credibilidade (49%) e reputação (47%) lideram as prioridades. Afinidade com a marca (43%) vem em seguida.
Apenas 19% dos líderes consideram o alcance do influenciador um critério principal, 15% priorizam engajamento e 14%, especialização técnica.







