Roberto Mancini vai receber cerca de 2 milhões de euros líquidos por ano, o equivalente a aproximadamente R$ 12,3 milhões, para comandar a seleção italiana pela segunda vez em sua carreira. Mancini é conhecido por vencer a Eurocopa 2020 com a Itália e a Premier League com o Manchester City.
O valor representa menos de um sexto do que Carlo Ancelotti recebe anualmente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para dirigir o Brasil.
Ancelotti segue como técnico mais bem pago do mundo
Mesmo após a eliminação precoce do Brasil na Copa do Mundo de 2026, a CBF renovou o contrato de Ancelotti até 2030 e ainda concedeu um reajuste de 20% nos vencimentos do treinador italiano.
Com a mudança, o salário mensal subiu de R$ 5 milhões para R$ 6 milhões, totalizando R$ 72 milhões por temporada e cerca de R$ 288 milhões ao longo de todo o novo ciclo, até a próxima Copa do Mundo.
Ao lado de Mancini, o experiente Claudio Ranieri assume o cargo de diretor técnico da seleção italiana, substituindo Paolo Maldini, que renunciou após apenas 16 dias na função.
Segundo o jornal Corriere della Sera, Ranieri vai receber menos de 1 milhão de euros por ano, cerca de R$ 6,1 milhões, valor que corresponde a menos de um décimo do salário anual de Ancelotti no Brasil.
Federação italiana elogia disponibilidade financeira da dupla
O presidente da Federação Italiana de Futebol (FIGC), Giovanni Malagò, chegou a elogiar publicamente a postura da dupla nas negociações salariais. “Achei muito positiva a disponibilidade demonstrada por Roberto Mancini e Claudio Ranieri nos aspectos econômicos.
Antes mesmo de falar de números, os dois souberam se comportar com grande sensibilidade em relação ao orçamento federativo”, declarou o dirigente. A missão de Mancini e Ranieri será reconstruir o futebol italiano depois de três eliminatórias seguidas sem classificação para a Copa do Mundo, com a meta de levar a Itália ao Mundial de 2030.







