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    Maia submeterá suspensão de deputado pelo STF ao plenário da Câmara

    O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, decidiu submeter a decisão do Supremo Tribunal Federal de suspender o deputado Wilson Santiago (foto), do PTB, ao plenário da casa, na volta do recesso, em fevereiro. O parlamentar foi afastado do cargo no sábado, 21, por decisão do ministro Celso de Mello, decano do STF, com base na investigação...

    Redação Crusoé
    1 minuto de leitura 24.12.2019 11:00 comentários 10
    Wilson Santiago
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    O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, decidiu submeter a decisão do Supremo Tribunal Federal de suspender o deputado Wilson Santiago (foto), do PTB, ao plenário da casa, na volta do recesso, em fevereiro.

    O parlamentar foi afastado do cargo no sábado, 21, por decisão do ministro Celso de Mello, decano do STF, com base na investigação que apura superfaturamento em obras no interior da Paraíba.

    Em ofício à secretaria-geral da mesa a que Crusoé teve acesso, Maia determina que as "providências administrativas" para o afastamento sejam tomadas.

    "Retornem os autos a esta presidência, para a submissão da suspensão cautelar ao plenário, na forma do art. 53 , § 2°, da Constituição Federal e da decisão do Supremo Tribunal Federal na Ação Direta de Inconstitucionalidade n. 5.526."

    Desde 2017, a maioria dos ministros do Supremo decidiu que a Câmara e o Senado têm a palavra final sobre medidas cautelares determinadas pela Justiça contra seus respectivos parlamentares.

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    Comentários (10)

    Márcio

    2019-12-24 19:18:33

    Não sei se notaram, mas o deputado parece aquele bandido do filme de Jim Carrey, O Máscara. Deve ser um ladrão de alta periculosidade.


    Marcos

    2019-12-24 18:49:19

    O eleitor deve, antes de decidir o seu voto, estudar bem os antecedentes e o caráter de seus candidatos. Só assim ficaremos livres dessa escumalha.


    Roberto

    2019-12-24 18:22:33

    A independência dos Poderes é constitucional, mas o corporativismo negativo é imoral e cheira mal, tendo o parlamento brasileiro odor nauseabundo.


    Afonso

    2019-12-24 13:47:48

    Sempre nos tirando de otários, mas lembrem se bem , na última eleição , esses mesmos otários , baniram metade da corja , e a tendência é que na próxima estaremos um pouco mais vigilantes.


    Jose

    2019-12-24 13:24:43

    A farra perpetua nas casas legislativas . Depois da SEGUNDA instância do STF oficializou-se o habeas corpus, a impunidade, a obviedade da OAB e o COLUNHO com Sérgio Bermudes e outros bem familiares.


    Nilson

    2019-12-24 11:40:14

    É como julgar o Marcola no seu próprio reduto.


    Paulo Renato

    2019-12-24 11:32:59

    Estamos diante de um caso "sui generis". Como uma câmara de deputados, predominantemente corrupta, todos sabem disso, vai julgar um corrupto? Aí fica difícil, não é? Seria o caso desse deputado parahybano dizer o seguinte: Então todos da lista que farei, também seguirão o mesmo caminho...


    LuisR

    2019-12-24 11:30:04

    Se assim decidiu o STF, porque perder tempo julgando!? O corporativismo decidirá havendo grande chance do sujeito continuar exercendo o papel de corrupto, dom natural dos políticos!


    Nino

    2019-12-24 11:16:51

    Isso é uma das coisas mais sem sentido que eu vi na vida e olha que são muitas.


    Vitor

    2019-12-24 11:07:19

    Isso significa que cada PODER terá seu próprio judiciário. Acusa, julga e setencia ou não. Ê uma farra perfeita. Ao final, a justiça só tem validade para o povo comum, os demais são outro povo.


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    Comentários (10)

    Márcio

    2019-12-24 19:18:33

    Não sei se notaram, mas o deputado parece aquele bandido do filme de Jim Carrey, O Máscara. Deve ser um ladrão de alta periculosidade.


    Marcos

    2019-12-24 18:49:19

    O eleitor deve, antes de decidir o seu voto, estudar bem os antecedentes e o caráter de seus candidatos. Só assim ficaremos livres dessa escumalha.


    Roberto

    2019-12-24 18:22:33

    A independência dos Poderes é constitucional, mas o corporativismo negativo é imoral e cheira mal, tendo o parlamento brasileiro odor nauseabundo.


    Afonso

    2019-12-24 13:47:48

    Sempre nos tirando de otários, mas lembrem se bem , na última eleição , esses mesmos otários , baniram metade da corja , e a tendência é que na próxima estaremos um pouco mais vigilantes.


    Jose

    2019-12-24 13:24:43

    A farra perpetua nas casas legislativas . Depois da SEGUNDA instância do STF oficializou-se o habeas corpus, a impunidade, a obviedade da OAB e o COLUNHO com Sérgio Bermudes e outros bem familiares.


    Nilson

    2019-12-24 11:40:14

    É como julgar o Marcola no seu próprio reduto.


    Paulo Renato

    2019-12-24 11:32:59

    Estamos diante de um caso "sui generis". Como uma câmara de deputados, predominantemente corrupta, todos sabem disso, vai julgar um corrupto? Aí fica difícil, não é? Seria o caso desse deputado parahybano dizer o seguinte: Então todos da lista que farei, também seguirão o mesmo caminho...


    LuisR

    2019-12-24 11:30:04

    Se assim decidiu o STF, porque perder tempo julgando!? O corporativismo decidirá havendo grande chance do sujeito continuar exercendo o papel de corrupto, dom natural dos políticos!


    Nino

    2019-12-24 11:16:51

    Isso é uma das coisas mais sem sentido que eu vi na vida e olha que são muitas.


    Vitor

    2019-12-24 11:07:19

    Isso significa que cada PODER terá seu próprio judiciário. Acusa, julga e setencia ou não. Ê uma farra perfeita. Ao final, a justiça só tem validade para o povo comum, os demais são outro povo.



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