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PF avalia que delação da Odebrecht não foi útil na investigação sobre Renan

Ao concluir o inquérito em que investigava o senador Renan Calheiros e seu filho, o governador de Alagoas Renan Filho, o delegado federal Orlando Cavalcanti Neves Neto analisou a eficácia das delações de executivos da Odebrecht (foto) para a apuração. No entendimento do delegado, as informações prestadas pelos delatores “não contribuíram de forma efetiva com...

Crusoe
Redação Crusoé
2 minutos de leitura 30.11.2019 15:12 comentários 10
PF avalia que delação da Odebrecht não foi útil na investigação sobre Renan
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Ao concluir o inquérito em que investigava o senador Renan Calheiros e seu filho, o governador de Alagoas Renan Filho, o delegado federal Orlando Cavalcanti Neves Neto analisou a eficácia das delações de executivos da Odebrecht (foto) para a apuração.

No entendimento do delegado, as informações prestadas pelos delatores “não contribuíram de forma efetiva com as investigações” e “não cumpriram sua finalidade como meio de prova". 

Um dos delatores da construtora, Cláudio Melo, relatou que o grupo teria realizado doações eleitorais para Renan Filho tendo como contrapartida a atuação de Renan Calheiros em prol dos interesses da Braskem, na edição da Medida Provisória 677/2015, que tratava da renovação de contratos de concessão de energia no Nordeste. 

Segundo o delegado, Cláudio Melo e outros delatores se ofereceram para prestar esclarecimentos sobre as acusações contra Calheiros. Mas “não tinham conhecimento dos fatos para contribuírem a fim de esclarecer os fatos investigados”. Sem conseguir confirmas as delações, a investigação não resultou em indiciamento dos alvos. 

O acordo de colaboração dos executivos da Odebrecht, assinado em 2016, marcou o distanciamento entre a PF e o Ministério Público Federal na Lava Jato. Os integrantes da PF eram contra o acordo, por entender que já tinham as informações necessárias.

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Comentários (10)

Uira

2019-12-09 21:44:18

No mínimo parece não haver o mesmo peso para os casos de Maia e Collor, o que é estranho, pq Renan não é flor que se cheire.


Uira

2019-12-09 21:37:36

Será que todos neste país se enganaram sobre Renan Calheiros e ele não é o CORRUPTO que se imagina? O que será mais plausível, que Renan é HONESTO ou que o relatório está "BATIZADO"? Será que a suposta lei que beneficiaria a Braskem não foi aprovada? Ou será que ela foi aprovada, mas a doação eleitoral não aconteceu? Parece meio difícil que não houvesse evidências mínimas para que se indiciar Renan e assim ele tivesse que se defender perante o STF.


Uira

2019-12-09 21:11:15

"Segundo a delação de executivos da Odebrecht, Collor teria solicitado e recebido propina em 2010 para, em troca, se eleito governador de Alagoas, atuar em benefício da Odebrecht, em especial em contratos na área de saneamento." Com base na delação, o delegado concluiu que Collor "teria cometido o delito de corrupção passiva ao solicitar R$ 800.000,00 (oitocentos mil reais) em contrapartida à sua atuação em benefício da Odebrecht Ambiental". Mas ele não achou nada de Renan?


Uira

2019-12-09 21:09:24

Tb alegam que "eles teriam recebido pagamentos de R$ 1,6 milhão, em espécie, em 2008, 2010, 2011 e 2014." Pelo menos 10 anos entre o pedido e o relatório, dinheiro entregue em espécie, mesmo assim eles acharam indícios de que Maia e o pai receberam valores, mas no inquérito de Renan e do filho o delegado Orlando Cavalcanti não achou nada? Este mesmo delegado tb concluiu em relatório que "Collor cometeu o crime de corrupção passiva."


Uira

2019-12-09 21:04:20

Junto com seu colega Bernardo Guidali Amaral, o delegado Orlando Cavalcanti Neves Neto conseguiu atribuir "ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), os crimes de corrupção passiva, falsidade ideológica eleitoral (caixa dois) e lavagem de dinheiro por supostamente ter solicitado e recebido repasses da Odebrecht." Mas não achou nada de Renan? Na peça eles "sustentam que Maia e o pai fizeram solicitações indevidas de R$ 1,8 milhão entre 2008 e 2010."


Rui

2019-12-01 19:50:46

O que CEO do Ibope fala na vale????


Carlos

2019-12-01 17:21:56

Ao proibir prisão após 2a instância, o efeito esperado está ocorrendo: se não ficará preso, por que delatar para relaxar prisão? Acabando as delações, as investigações não chegarão no andar de cima.


Aurélio

2019-12-01 10:32:23

Esse verme,sanguessuga de Alagoas,ou é rei dos RATOS,ou tem mta gente grande com ele.Acho a segunda hipotese,mais viável.O cara tá roubando o Brasil,a 40 anos.Nāo deixou um rabinho ????


Edson

2019-11-30 22:59:45

Expliquem: quem assinou o acordo? PF ou MP?


Danny Boy

2019-11-30 22:49:48

Foi muita correta a decisão do STF que, autorizou a PF efetuar delação premiada. Com efeito, a PF já provou que é incorruptível e que , ninguém está acima da lei. Por mais razão, o MPF estava dificultando certas delações, destacando-se o caso Palocci, et cetera e tal De sorte que, a PF assumiu a delação, colhendo como “Bran Stoker, do Drácula”, o mais sensacional depoimento de todas as delações. E-Pronto: parlei!


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Comentários (10)

Uira

2019-12-09 21:44:18

No mínimo parece não haver o mesmo peso para os casos de Maia e Collor, o que é estranho, pq Renan não é flor que se cheire.


Uira

2019-12-09 21:37:36

Será que todos neste país se enganaram sobre Renan Calheiros e ele não é o CORRUPTO que se imagina? O que será mais plausível, que Renan é HONESTO ou que o relatório está "BATIZADO"? Será que a suposta lei que beneficiaria a Braskem não foi aprovada? Ou será que ela foi aprovada, mas a doação eleitoral não aconteceu? Parece meio difícil que não houvesse evidências mínimas para que se indiciar Renan e assim ele tivesse que se defender perante o STF.


Uira

2019-12-09 21:11:15

"Segundo a delação de executivos da Odebrecht, Collor teria solicitado e recebido propina em 2010 para, em troca, se eleito governador de Alagoas, atuar em benefício da Odebrecht, em especial em contratos na área de saneamento." Com base na delação, o delegado concluiu que Collor "teria cometido o delito de corrupção passiva ao solicitar R$ 800.000,00 (oitocentos mil reais) em contrapartida à sua atuação em benefício da Odebrecht Ambiental". Mas ele não achou nada de Renan?


Uira

2019-12-09 21:09:24

Tb alegam que "eles teriam recebido pagamentos de R$ 1,6 milhão, em espécie, em 2008, 2010, 2011 e 2014." Pelo menos 10 anos entre o pedido e o relatório, dinheiro entregue em espécie, mesmo assim eles acharam indícios de que Maia e o pai receberam valores, mas no inquérito de Renan e do filho o delegado Orlando Cavalcanti não achou nada? Este mesmo delegado tb concluiu em relatório que "Collor cometeu o crime de corrupção passiva."


Uira

2019-12-09 21:04:20

Junto com seu colega Bernardo Guidali Amaral, o delegado Orlando Cavalcanti Neves Neto conseguiu atribuir "ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), os crimes de corrupção passiva, falsidade ideológica eleitoral (caixa dois) e lavagem de dinheiro por supostamente ter solicitado e recebido repasses da Odebrecht." Mas não achou nada de Renan? Na peça eles "sustentam que Maia e o pai fizeram solicitações indevidas de R$ 1,8 milhão entre 2008 e 2010."


Rui

2019-12-01 19:50:46

O que CEO do Ibope fala na vale????


Carlos

2019-12-01 17:21:56

Ao proibir prisão após 2a instância, o efeito esperado está ocorrendo: se não ficará preso, por que delatar para relaxar prisão? Acabando as delações, as investigações não chegarão no andar de cima.


Aurélio

2019-12-01 10:32:23

Esse verme,sanguessuga de Alagoas,ou é rei dos RATOS,ou tem mta gente grande com ele.Acho a segunda hipotese,mais viável.O cara tá roubando o Brasil,a 40 anos.Nāo deixou um rabinho ????


Edson

2019-11-30 22:59:45

Expliquem: quem assinou o acordo? PF ou MP?


Danny Boy

2019-11-30 22:49:48

Foi muita correta a decisão do STF que, autorizou a PF efetuar delação premiada. Com efeito, a PF já provou que é incorruptível e que , ninguém está acima da lei. Por mais razão, o MPF estava dificultando certas delações, destacando-se o caso Palocci, et cetera e tal De sorte que, a PF assumiu a delação, colhendo como “Bran Stoker, do Drácula”, o mais sensacional depoimento de todas as delações. E-Pronto: parlei!



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