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Diários

Presidente da Coreia do Sul decreta lei marcial

Yoon Suk-yeol proíbe atividades políticas após seguidos impasses com a oposição no Parlamento e greve de médicos

Crusoe
Redação Crusoé
2 minutos de leitura 03.12.2024 13:42 comentários 0
Presidente da Coreia do Sul decreta lei marcial
Reprodução/redes sociais
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O presidente da Coreia do Sul, Yoon Suk-yeol (foto), declarou lei marcial no país nesta terça, 3.

Todas as atividades políticas, como greves, manifestações e protestos, foram proibidos.

Policiais tentaram impedir a entrada de parlamentares na Assembleia Nacional.

Contudo, 190 dos 300 parlamentares conseguiram entrar no prédio.

Todos os 190 então votaram pela suspensão da lei marcial.

Forças "anti-Estado"

O presidente Yoon buscou controlar as redes sociais: "Estão proibidos todos os atos que neguem ou tentem derrubar o sistema democrático liberal, bem como a disseminação de notícias falsas, manipulação da opinião pública e propaganda falsa".

Em um comunicado pela televisão na noite da terça, 3, Yoon alegou que foi preciso "proteger a democracia liberal contra a ameaça de derrubada do regime da República da Coreia por forças anti-Estado ativas dentro do país e para garantir a segurança do povo".

O motivo real para Yoon decretar a lei marcial, contudo, foram os seguidos desentendimentos com a Assembleia, que é controlada pela oposição.

Militares

O líder da oposição, Lee Jae-myung, contestou a necessidade da lei marcial.

"Não existe motivo para declarar uma lei marcial. Nós não podemos deixar que os militares governem este país", disse Lee.

"O presidente Yoon Seok Yeol traiu seu povo. A declaração ilegal do presidente Yoon de lei marcial de emergência é nula e sem efeito", afirmou.

Membros do partido do presidente também criticaram a medida. Hang Dong-hoon, do Partido do Poder Popular, PPP, disse em uma publicação no Facebook que a declaração de lei marcial é equivocada, e que ele iria "trabalhar com os cidadãos para anulá-la".

Baixa aprovação

O presidente Yoon foi eleito em 2022.

Seu mandato tem sido marcado por baixa aprovação e por um impasse político.

Yoon precisou enfrentar uma longa greve de médicos e denúncias de corrupção envolvendo sua esposa, Kim Keon Hee.

Sua aprovação está em torno de 25%, segundo o instituto Realmeter.

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