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Promotores dizem que decisão do STJ 'descarta rico material' sobre desvios em hospital de campanha

Em reação à decisão do Superior Tribunal de Justiça que anulou as investigações sobre fraudes no hospital de campanha do estádio Mané Garrincha, em Brasília, promotores responsáveis pelo caso afirmaram que o entendimento da corte, se mantido, vai "descartar rico material" sobre desvios no contrato de 79 milhões de reais. Eles dizem que estão "tomando...

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Redação Crusoé
2 minutos de leitura 13.11.2020 21:40 comentários 10
Promotores dizem que decisão do STJ 'descarta rico material' sobre desvios em hospital de campanha
Estádio Mané Garrincha
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Em reação à decisão do Superior Tribunal de Justiça que anulou as investigações sobre fraudes no hospital de campanha do estádio Mané Garrincha, em Brasília, promotores responsáveis pelo caso afirmaram que o entendimento da corte, se mantido, vai "descartar rico material" sobre desvios no contrato de 79 milhões de reais. Eles dizem que estão "tomando providências" e esperam reverter o julgamento.

"Neste e em outros casos rumorosos, os fatos teimam em contrariar as teses defensivas artificialmente construídas para privilegiar visões menores frente aos interesses da coletividade em ver as contratações públicas, especialmente aquelas da área de saúde, mais ainda em tempo de grave crise sanitária, submetidas a um mínimo decência. Ambos os contratos investigados foram, em tese, celebrados mediante direcionamento, utilizando-se da situação de pandemia para alimentar esquemas indiciariamente criminosos", afirmam os promotores.

A Quinta Turma do STJ decidiu anular toda a Operação Grabato, que investigou as fraudes nos contratos para a compra de leitos de enfermaria e suporte avançado no hospital montado para combater a Covid-19 em Brasília. Os ministros acolheram o argumento de que, por envolver recursos federais, a Justiça Estadual, que autorizou buscas e apreensões durante a investigação, era incompetente para conduzir o caso.

Os promotores contestam a tese, e dizem que "não havia nenhum valor despendido que pudesse fixar o interesse da União no caso, mas apenas uma Nota de Empenho, por estimativa, em apenas um dos contratos, constando a fonte da União, no valor de R$100.000,00, correspondente a 0,001% da despesa total, nota que foi anulada tão logo as medidas de busca foram realizadas".

"Mais de 90% dos recursos utilizados no pagamento do primeiro contrato são do Distrito Federal. O segundo contrato sequer teve despesa liquidada", sustentam os promotores.

Como mostrou Crusoé, o empresário piauiense Kennedy Braga, que mantém negócios e influência no governo do Distrito Federal, estava entre os alvos da operação. Ele é aliado do senador Ciro Nogueira, do Progressistas.

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Comentários (10)

Hildemario

2020-11-18 10:43:58

É notório e público que magistrados só podem tá envolvidos nesse mar de lama, pois, nenhuma dessas investigações avançam. Esse bolo já tá fatiado . Jogo de cartas marcadas. É precido a ser uma limpeza.


Tetakoawara

2020-11-15 10:03:31

Só na bala mesmo


César

2020-11-14 14:01:51

Será também amigo do novo ministro do STF?


TONI FERREIRA

2020-11-14 13:52:39

Quer dizer que há uma intromissão política que influem nessas decisões? Parece incrível essa interferência de políticos no Poder Judiciário a fim de abafar crimes gravíssimo contra a saúde pública, os quais contribuíram para muitas mortes durante a pandemia.


Maria

2020-11-14 09:31:29

Justiça imunda e nojenta. Defende e apoia os ladrões de colarinho branco. Com certeza, se não são os próprios juízes sócio oculto nos negócios, é algum familiar seu. A justiça está toda contaminada. PQP. 🤮🤮🤮


Wanderlei

2020-11-14 08:45:41

As "altas cortes" contaminadas e aparelhadas ajudam a alastrar a praga da corrupção.


João

2020-11-14 08:27:08

É a nossa justiça eficiente em proteção aos corruptos.


Cláudia

2020-11-14 08:04:28

A aliança com o centrão já começou a fazer seus estragos. Ciro Nogueira sempre ajudando os seus.


Lauro

2020-11-13 23:11:08

Até quando? Agora a sacanagem é aberta. Nem tentam esconder. Ainda bem que nesse governo não há corrupção, pois senão estaríamos perdidos. rsrsr


Rizia

2020-11-13 22:40:30

estes caras do STJ não sabem nem vingir mais, a maldade deles em ser complacentes com a injustiça e a fraude no país é um crime do qual eles ou elas terão de dar conta. É muita covardia destes ministros de injustiça, na próxima matéria sobre eles, coloquem os nomes (se possível) destas pessoas públicas que agem como se o interesse publico fosse jogo de retorica furada, pois nem justificativa aceitável eles deram. E pode isto?


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Comentários (10)

Hildemario

2020-11-18 10:43:58

É notório e público que magistrados só podem tá envolvidos nesse mar de lama, pois, nenhuma dessas investigações avançam. Esse bolo já tá fatiado . Jogo de cartas marcadas. É precido a ser uma limpeza.


Tetakoawara

2020-11-15 10:03:31

Só na bala mesmo


César

2020-11-14 14:01:51

Será também amigo do novo ministro do STF?


TONI FERREIRA

2020-11-14 13:52:39

Quer dizer que há uma intromissão política que influem nessas decisões? Parece incrível essa interferência de políticos no Poder Judiciário a fim de abafar crimes gravíssimo contra a saúde pública, os quais contribuíram para muitas mortes durante a pandemia.


Maria

2020-11-14 09:31:29

Justiça imunda e nojenta. Defende e apoia os ladrões de colarinho branco. Com certeza, se não são os próprios juízes sócio oculto nos negócios, é algum familiar seu. A justiça está toda contaminada. PQP. 🤮🤮🤮


Wanderlei

2020-11-14 08:45:41

As "altas cortes" contaminadas e aparelhadas ajudam a alastrar a praga da corrupção.


João

2020-11-14 08:27:08

É a nossa justiça eficiente em proteção aos corruptos.


Cláudia

2020-11-14 08:04:28

A aliança com o centrão já começou a fazer seus estragos. Ciro Nogueira sempre ajudando os seus.


Lauro

2020-11-13 23:11:08

Até quando? Agora a sacanagem é aberta. Nem tentam esconder. Ainda bem que nesse governo não há corrupção, pois senão estaríamos perdidos. rsrsr


Rizia

2020-11-13 22:40:30

estes caras do STJ não sabem nem vingir mais, a maldade deles em ser complacentes com a injustiça e a fraude no país é um crime do qual eles ou elas terão de dar conta. É muita covardia destes ministros de injustiça, na próxima matéria sobre eles, coloquem os nomes (se possível) destas pessoas públicas que agem como se o interesse publico fosse jogo de retorica furada, pois nem justificativa aceitável eles deram. E pode isto?



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