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Você sabe escolher um bom azeite? Esse detalhe no rótulo faz toda a diferença

Especialistas falam sobre diferentes métodos de avaliação e características que você deve ficar de olho ao escolher um frasco de azeite no supermercado

Por Júlio Nesi
03/04/2026
Em Geral
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Reprodução: Unsplash / Juan Gomez

Reprodução: Unsplash / Juan Gomez

Você sabe escolher um bom azeite na hora das compras? Um ingrediente presente em finalizações, saladas e no preparo de pratos do dia a dia, o azeite tem detalhes no rótulo que fazem toda a diferença e ignorá-lo pode custar no sabor e na qualidade do produto.

O primeiro ponto de atenção está na classificação do produto. Prefira sempre o extravirgem, é o que indicam especialistas. Esse tipo é obtido exclusivamente da azeitona, sem processos químicos, e precisa ter acidez máxima de 0,8% para entrar na categoria. Nos melhores azeites brasileiros, esse índice costuma ficar abaixo de 0,2%.

O que a acidez realmente indica?

O nível de acidez do azeite não tem relação com o sabor ácido que você percebe ao provar. Trata-se de um indicador químico. Ele mede a quantidade de ácidos graxos livres no produto.

Ricardo Castanho, especialista em azeites e instrutor da Associação Brasileira de Sommeliers (ABS), explica que quanto maior a acidez, menor a qualidade do azeite. Isso porque um índice alto indica azeitonas mal manejadas, colheita fora do momento ideal ou tempo longo entre a colheita e a extração do óleo. Por isso, busque sempre os produtos com menor acidez possível.

Safra e data de envase também importam

Além da acidez, outro dado fundamental é a safra indicada na embalagem. Azeites mais recentes preservam melhor os compostos aromáticos e nutricionais do produto.

Isabel Kasper, professora de gastronomia da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre e pesquisadora em análise sensorial, reforça que a safra é o dado mais importante na hora da escolha. Segundo ela, a última safra disponível é sempre a melhor opção, mais do que a data de envase ou o índice de acidez isoladamente.

Como referência, Castanho indica buscar produtos com até um ano de envase nos supermercados.

Como avaliar além do rótulo?

Além do rótulo, especialistas destacam que o produto pode ser avaliado pelo seu aroma. Um bom azeite extravirgem deve apresentar aromas frescos e agradáveis.

Claudia Santos, sommelier de azeites e mestra de lagar da Fazenda Serra dos Tapes, explica que os aromas positivos lembram elementos da natureza: grama cortada, folha de oliveira, frutado verde ou maduro e notas florais.

Se o azeite tiver cheiro de azeitona em conserva, mofo, umidade ou palha, isso é sinal de defeito. Basta um defeito sensorial para o produto perder a classificação de extravirgem, independentemente do que está escrito no rótulo.

Como guardar em casa?

A forma de armazenamento também interfere na qualidade. Evite manter o produto próximo ao fogão ou em locais com muita luz. A exposição ao calor e à iluminação oxida as gorduras do azeite e compromete tanto o sabor quanto os benefícios nutricionais. Prefira garrafas escuras e guarde em local fresco e seco.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Tags: acidez do azeiteAlimentoazeiteazeite brasileiroazeite extravirgemCotidianoCulináriadicas de compragastronomiarótulo de azeitesafra do azeite
Júlio Nesi

Júlio Nesi

Jornalista alagoano formado pela UFAL, já atuei em produção de conteúdo digital para portais, rádio e redes sociais.

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