A escalada das tensões entre as nações, impulsionada principalmente pelos conflitos armados iniciados nos últimos anos, tem levantado debates e preocupações sobre a possibilidade de uma Terceira Guerra Mundial.
E este sentimento tem se intensificado por conta de atitudes como as da Coreia do Norte, que nesta terça-feira (27), teria disparado mísseis balísticos em direção às águas do Japão e da Coreia do Sul.
Os lançamentos parecem integrar a intensiva rotina de testes de armamentos do país, que aumentou nos últimos anos. De acordo com analistas, a Coreia do Norte parece não apenas estar conferindo a qualidade dos equipamentos, mas também se preparando para eventuais conflitos.
Vale lembrar que este foi o segundo teste realizado pelo país só neste mês, já que durante a visita do presidente sul-coreano, Lee Jae Myung, à China no começo de janeiro, a Coreia do Norte disparou uma salva de mísseis.
Conforme relatado pelo jornal O Globo, às vésperas de um congresso do partido governista, marcado para as próximas semanas, o líder Kim Jong-un determinou o aumento da produção de mísseis.
Congresso na Coreia do Norte pode revelar planos para dissuasão de guerra nuclear
De acordo com informações da agência de notícias estatal KCNA, Kim Jong-un teria afirmado que a reunião do partido, que ainda não teve a data divulgada, servirá para revelar os planos da próxima etapa para fortalecer ainda mais a dissuasão nuclear do país.
Segundo o líder norte-coreano, a principal intenção seria de desenvolver uma capacidade ofensiva confiável, aliada a uma estratégia de dissuasão, com o objetivo de impedir que os inimigos desencadeiem um conflito armado.
A postura da Coreia do Norte tem desafiado entidades como a Organização das Nações Unidas (ONU), que é totalmente contra o desenvolvimento de mísseis balísticos, principalmente quando resoluções do Conselho de Segurança são violadas.
Apesar disso, o país parece seguir dedicado a defender seu “direito soberano”, mantendo seus planos armamentistas em pleno funcionamento.




