Stephen King, reconhecido por sua vasta contribuição ao gênero de terror, surpreendeu ao revelar o único filme que não conseguiu terminar: “A Bruxa de Blair“.
Em uma participação no programa “Eli Roth’s History of Horror”, King comentou sobre sua experiência ao assistir ao filme em 1999, em um hospital, sob o efeito de medicamentos após um acidente.
“A Bruxa de Blair” e a reação de King
Lançado em 1999, “A Bruxa de Blair”, dirigido por Eduardo Sánchez e Daniel Myrick, rapidamente se tornou um ícone do terror.
O filme revolucionou a indústria cinematográfica ao popularizar o subgênero found footage, proporcionando uma experiência intensa e imersiva. King, ao assistir ao filme em circunstâncias vulneráveis, descreveu a experiência como “muito estranha“.
As adaptações de Stephen King para o cinema
A transição das obras de Stephen King dos livros para o cinema tem um impacto duradouro. Com adaptações como “Carrie, a Estranha” e “Doutor Sono”, King consolidou seu legado no gênero.
“O Iluminado”, dirigido por Stanley Kubrick, apesar de controverso, é um símbolo do potencial das obras de King no cinema.
A confissão e o legado de King
A confissão de King sobre “A Bruxa de Blair” sublinha que o medo pode ser sentido até mesmo os limites de quem já está envolvido com o gênero de terror.
No dia 21 de setembro, King completará 78 anos, reafirmando sua posição como uma figura influente no cinema e na literatura. Novas adaptações de suas obras, como “It – A Coisa” (2017), continuam a reintroduzir suas histórias a gerações, ressaltando sua relevância.
A revelação sobre “A Bruxa de Blair” adiciona uma nova camada de curiosidade sobre King e seu impacto no terror. Apesar de ele não ter conseguido terminar de assistir ao filme, suas próprias criações permanecem instigando e assustando o público, solidificando o legado do autor como o mestre do terror.




