O roubo audacioso ao Museu do Louvre, em Paris, ocorrido na manhã do último domingo (19), rapidamente capturou a atenção mundial.
Em um ataque sem violência, quatro criminosos mascarados invadiram a Galeria de Apolo, levando oito valiosas joias históricas.
Este crime despertou comparações inevitáveis com a popular série da Netflix “Lupin“, em que o protagonista, Assane Diop (Omar Sy), comete um roubo fictício no mesmo museu em Paris.

Paralelos entre realidade e ficção
Na série, Assane Diop se inspira no famoso ladrão Arsène Lupin para planejar o roubo de um colar. A similaridade com o assalto real chamou a atenção do público, especialmente nas redes sociais.
Internautas rapidamente fizeram piadas e especularam sobre a influência da série no roubo verdadeiro. No entanto, as autoridades não identificaram os responsáveis pelo crime nem estabeleceram conexões diretas com a série.
Execução meticulosa
Os assaltantes chegaram ao Louvre logo após a abertura, por volta das 9h30, e realizaram o roubo em sete minutos.
Eles empregaram um guindaste para entrar pela janela da galeria e ameaçaram os seguranças com serras, embora nenhum tiro tenha sido disparado.
Este crime levanta preocupações sobre a segurança de artefatos inestimáveis e demandou um reforço urgente nas medidas de proteção.
Desdobramentos e investigações
O Museu do Louvre, em resposta ao roubo, fechou por um dia para apuração. O presidente francês, Emmanuel Macron, descreveu o roubo como um ataque ao patrimônio nacional.
A polícia está analisando câmeras de segurança e investigando o possível envolvimento de crime organizado. A perspectiva é de que o roubo tenha sido encomendado, considerando o valor elevado das joias.
As joias, incluindo coroas da Imperatriz Eugénie, permanecem desaparecidas. Especialistas em segurança trabalham para garantir que os itens sejam recuperados e novas brechas na segurança sejam eliminadas.




