Um processo tomou conta de uma situação em que o WhatsApp não só para computador, como foi o caso do Mac, mas também para iPhone, teve impacto em aproximadamente 200 indivíduos.
Assim, contaram com notificações que eram voltadas para os modelos em que precisariam fazer restaurações, além de atualizações na ferramenta.
Quanto à questão, esta ainda envolvia sincronização diante das mensagens e dos aparelhos. Além disso, também ocorreu um erro da Apple, que logo depois foi contornado. A situação foi informada pela Meta, de acordo com o G1.
O risco para o usuário
A situação do WhatsApp foi um processo incompleto que aconteceu, principalmente no que se refere à sincronização. Por isso, outros poderiam invadir e acessar os celulares das pessoas. Quanto à Apple, tratava-se de arquivos que poderiam atingir e impactar a memória.
Em conjunto, todas essas brechas davam a chance de se constatar o “zero-clique”, de acordo com a ISH Tecnologia. Nessa formulação de invasão, o indivíduo não necessitaria fazer nada, como selecionar, para que seu celular fosse exposto. Hackers ainda podiam direcionar arquivos para os dispositivos.
Com a invasão, conseguiriam aplicar ferramentas de espionagem para manusear os celulares, podendo até mesmo agir diante do microfone ou da câmera. Não só o WhatsApp quanto a Apple notaram as exposições e como elas poderiam chegar aos usuários.
Atingidas, as pessoas podem ter passado por situações não só de invasões, como também com encaminhamento para outras “presas” específicas. Chegando a muitos, os hackers conseguiram impactar os modelos que se referiam ao WhatsApp em iOS, especialmente questões de versões anteriores à 25.21.73.
Prosseguindo, o aplicativo Business em iOS, se referindo àquilo que foi usado antes da versão 25.21.78, e o WhatsApp em Mac que designa a versão anterior à 25.21.78. Para conferir e saber qual é a versão da ferramenta que está usando, seja ela para Mac ou iPhone, é possível ir a “Ajustes” e depois para o campo “Ajuda”.




