Considerado o pai da física moderna, Sir Isaac Newton foi um importante estudioso do século XVII que sempre é lembrado por suas contribuições científicas. Entretanto, o que poucas pessoas sabem é que ele também tinha um grande interesse religioso.
Mais especificamente, Newton era fascinado pelo ocultismo e pelo apocalipse bíblico. E foi justamente este seu lado pouco conhecido que o fez tecer teorias sobre o fim do mundo, baseando-se na interpretação protestante da Bíblia.
As teorias integravam os escritos privados do matemático e físico, sendo divulgadas somente após sua morte. E segundo um desses documentos, divulgado pelo site IFLScience, Newton teria previsto a ocorrência de um evento grandioso no ano de 2060.
Inspirado principalmente pelo Livro de Daniel e em cálculos detalhados, ele determinou que o período marcaria o fim do mundo como o conhecemos, seguido por eventos como o Armagedom, pragas e a “ruína das nações perversas”.
Após esses eventos, Newton afirmou que haveria um período de renovação e transformação espiritual e social, com um período de mil anos de paz na Terra, após o retorno de Jesus Cristo.
Fim do mundo ou de uma era? Entenda a visão de Isaac Newton
Apesar da teoria do físico gerar certa apreensão, estima-se Isaac Newton não estivesse necessariamente prevendo o fim do mundo como uma catástrofe literal, mas sim como uma grande transição espiritual e social, marcando o fim de uma era.
Além disso, em seus escritos, ele ainda ressaltou que suas conjecturas não deveriam ser consideradas verdades absolutas, pois um de seus principais objetivos era desencorajar especulações infundadas.
Também é importante destacar que, embora o ano de 2060 seja mencionado nos escritos de Newton como uma possível ocorrência desses fenômenos, ele deve ser interpretado apenas como uma eventualidade, e não como uma previsão definitiva de que tais eventos realmente se concretizarão.




