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Fenômeno natural está causando danos irreparáveis em rios e recursos naturais na África

Rifte de Turkana mostra avanço da separação tectônica no leste africano

Por Sofia Volpi
17/05/2026
Em Geral
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Foto: Christian Rowan

Foto: Christian Rowan

Pesquisadores da Columbia Climate School divulgaram, em abril de 2026, um estudo que indica o estágio mais avançado de ruptura continental no Rifte de Turkana, entre o Quênia e a Etiópia, no leste da África. 

A descoberta não significa que o continente vá se dividir de forma imediata, mas mostra que a crosta terrestre da região está muito mais fina do que se imaginava e pode evoluir, em milhões de anos, para a formação de um novo oceano.

O que os cientistas descobriram

O estudo, publicado na revista Nature Communications, analisou dados sísmicos de alta qualidade para observar estruturas abaixo da superfície. 

Segundo os pesquisadores, a crosta no eixo do Rifte de Turkana tem cerca de 13 quilômetros de espessura, enquanto áreas mais afastadas passam de 35 quilômetros. Essa diferença indica um processo chamado “necking”, quando a crosta se estica, afina e fica mais frágil.

Além disso, a região faz parte do Sistema de Riftes da África Oriental, que se estende da Depressão de Afar, no nordeste da Etiópia, até Moçambique. No trecho de Turkana, as placas Africana e Somali se afastam a cerca de 4,7 milímetros por ano.

Impacto no ambiente

O processo altera a paisagem ao longo de escalas geológicas, com fraturas, subsidência do terreno, vulcanismo e mudanças no relevo.

Essas transformações podem influenciar bacias, lagos, rios e áreas de preservação ao longo do tempo. No entanto, o estudo não descreve um desastre ambiental imediato nem uma ruptura rápida do continente.

Mudança em milhões de anos

De acordo com os pesquisadores, o Rifte de Turkana começou a se abrir há cerca de 45 milhões de anos. 

A etapa atual pode levar ainda alguns milhões de anos antes de evoluir para a chamada oceanização, quando magma forma novo assoalho oceânico e a água pode avançar pela região.

Assim, o fenômeno é relevante porque mostra um continente em transformação. Ainda assim, o impacto ocorre em ritmo geológico, não em uma emergência repentina para a população africana.

 

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Sofia Volpi

Sofia Volpi

Comunicadora, jornalista em formação. Apaixonada por esportes e cultura, colunista.

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