Motoristas brasileiros devem estar atentos às regras para o uso de insulfilm nos vidros do carro.
A legislação atual, regulamentada pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), determina prescrições exatas sobre a transparência que se deve manter nos vidros dos automóveis, impactando diretamente a segurança e o bolso dos condutores.
Compreender essas normas e a metodologia de fiscalização é essencial para evitar penalidades.
Regras específicas sobre o insufilm no carro
O insulfilm é uma opção popular para melhorar o conforto térmico e a privacidade no interior dos veículos. No entanto, é essencial seguir as normas de aplicação para evitar sanções.
Segundo a legislação, o para-brisas e os vidros laterais dianteiros devem ter no mínimo 70% de transparência. Já para os vidros laterais traseiros e traseiros, não há exigência mínima específica, permitindo maior flexibilidade ao proprietário.
Escolher a película correta é essencial para conformidade com a lei e prevenção de multas de R$ 195,23, com a adição de 5 pontos na CNH.
Fiscalização do insulfilm
A fiscalização da aplicação do insulfilm é técnica, envolvendo o uso de luxímetros por agentes de trânsito para medir a quantidade de luz que passa através dos vidros. Sem esse equipamento, a aplicação de qualquer sanção pode ser contestada.
O escurecimento de fábrica dos vidros deve ser levado em conta ao instalar películas. Certifique-se de que os índices de transparência estejam impressos e sejam compatíveis com as normas vigentes.
Como escolher corretamente o insulfilm?
Evitar complicações legais começa com a escolha de profissionais qualificados que compreendam as regulamentações.
A película deve estar dentro dos padrões exigidos, e todos os documentos que comprovem a legalidade do produto devem ser mantidos.
Utilizar películas sem marcação visível ou com chancela ilegível não está em conformidade com a lei. Informar-se detalhadamente antes da instalação protege contra possíveis penalidades.




