O Jardim Botânico do Rio de Janeiro apresenta uma novidade: uma pedra de origem chinesa, pesando 700 kg, oferecida pela State Grid Brazil Holding (SGBH).
A pedra foi extraída do Monte Tai, na China, uma área de reconhecida importância cultural e histórica, classificada como Patrimônio Mundial Misto pela UNESCO desde 1987.
A instalação faz parte das comemorações dos 51 anos de relações diplomáticas entre o Brasil e a China, e a pedra está exposta em frente à Casa Pacheco Leão.
Monte Tai
O Monte Tai é um dos cinco montes sagrados do taoismo na China. Conhecido por sua relação simbólica entre o céu e a terra, tem sido um local de peregrinação por séculos.
Imperadores chineses realizavam rituais e ofereciam sacrifícios no local, buscando boas energias e prosperidade. Com 1.545 metros de altitude, sua representação no Jardim Botânico do Rio simboliza a conexão entre as tradições culturais chinesas e brasileiras.

Reflorescimento de tradições botânicas
Junto à pedra, foram plantadas novas mudas de chá, valorizando a história botânica do Jardim. Esses pés de chá se juntam a outras plantas, introduzidas pelos chineses no Brasil no início do século 19.
A ação reforça o legado botânico do Jardim, que foi o primeiro espaço no país a cultivar a Camellia sinensis. A proeminência do Jardim Botânico em unir natureza e cultura o torna um ponto relevante no cenário turístico carioca.
Mesmo com o aumento dos preços de entrada, hoje fixados em R$ 40, a visita ao local continua a oferecer uma experiência educativa e contemplativa única. A introdução da pedra chinesa e as mudas de chá enriquecem esse ambiente já repleto de história e biodiversidade.




