Em 2019, o estado do Pará enfrentou uma crise preocupante na saúde bucal, evidenciada pelo aumento significativo da perda de dentes entre adultos.
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2019, uma parcela relevante da população paraense com mais de 18 anos já vive sem todos os dentes.
Este cenário reforça a necessidade urgente de ações para promover melhores práticas de saúde oral e reverter essa situação.
A preocupante realidade da perda dentária
A perda de dentes vai além de afetar a estética; impacta diretamente funções essenciais como mastigação e digestão, prejudicando até a fala e a qualidade de vida.
No Brasil, milhões de adultos enfrentam essa condição, com consequências que vão desde problemas digestivos a desequilíbrios nutricionais. No passado, a falta de acesso a cuidados odontológicos adequados fez do Brasil um “país de banguelas”.
Embora tenha havido progressos com iniciativas como o programa Brasil Sorridente, que melhorou o acesso à saúde bucal, muitos desafios ainda persistem, especialmente em regiões periféricas e áreas rurais.
Causas e efeitos da perda de dentes
A cárie dentária, causada por maus hábitos de higiene oral e consumo excessivo de açúcar, é a principal responsável pela perda dentária. Doenças periodontais também desempenham um papel crítico, afetando as gengivas e os tecidos de suporte dos dentes.
Regiões mais remotas do Pará enfrentam maior dificuldade no acesso a cuidados dentários, agravando a situação. Historicamente, a alta incidência de perda dentária se liga a fatores socioeconômicos e culturais, remetendo a tempos de escassos serviços odontológicos.
Estratégias de prevenção
Para melhorar a saúde bucal, é essencial investir em educação sobre práticas preventivas e garantir acessibilidade a tratamentos.
Para cada indivíduo, a prevenção deve começar com hábitos diários simples, como escovação regular e uso de fio dental. Reduzir o consumo de açúcar e realizar consultas periódicas ao dentista são passos essenciais.




