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O que acontece no corpo de quem tem “barriga de chope”? A resposta preocupa médicos

Médicos e cientístas revelam que os efeitos da "barriga de chope" vão muito além da estética

Por Júlio Nesi
31/03/2026
Em Geral
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Reprodução: Pexels / Towfiqu barbhuiya

Reprodução: Pexels / Towfiqu barbhuiya

A famosa “barriga de chope” vai muito além de uma questão estética segundo a ciência. Segundo um estudo apresentado no fim de 2025 durante um congresso da Sociedade Radiológica da América do Norte, o acúmulo de gordura abdominal pode afetar diretamente o coração, inclusive em pessoas que ainda não apresentam sintomas.

Logo no início, os pesquisadores deixam claro um ponto importante: não é apenas o peso total que define o risco à saúde. A forma como a gordura se distribui no corpo pode ser ainda mais determinante.

Efeito no funcionamento do coração

O estudo analisou mais de 2.200 adultos entre 46 e 78 anos, todos sem diagnóstico prévio de doença cardiovascular. Os participantes passaram por exames detalhados de ressonância magnética cardíaca.

Ao comparar o índice de massa corporal com a relação cintura-quadril, os cientistas perceberam que a gordura concentrada no abdômen estava mais associada a alterações preocupantes no coração.

Na prática, isso significa que pessoas com “barriga de chope” apresentaram mudanças estruturais no órgão. O músculo cardíaco, especialmente o ventrículo esquerdo, ficou mais espesso, enquanto o espaço interno das cavidades diminuiu.

Além disso, o coração passa a agir contra uma pressão elevada e chega a se adaptar. O problema é que essa adaptação não é saudável. O espessamento do músculo reduz a capacidade do coração de se encher de sangue. Ele até consegue bombear, mas perde eficiência.

No início, o corpo compensa com batimentos mais rápidos. Porém, essa estratégia não se sustenta por muito tempo.

Com a progressão, pode surgir um tipo de insuficiência cardíaca em que o coração não relaxa adequadamente. Isso compromete a circulação de oxigênio e nutrientes, mesmo antes de sintomas evidentes.

É perigosa?

Esse tipo de gordura, chamada de visceral, se acumula ao redor de órgãos como fígado e intestino. Diferente da gordura subcutânea, ela é metabolicamente ativa.

Isso quer dizer que ela libera substâncias inflamatórias na corrente sanguínea. Como consequência, o corpo entra em um estado de inflamação crônica de baixo grau.

Esse processo favorece uma série de problemas; são eles:

  • Resistência à insulina
  • Alterações no colesterol
  • Aumento da pressão arterial

Todos esses fatores, combinados, aumentam a sobrecarga sobre o coração.

Como identificar os riscos e reverter?

De acordo com especialistas, o ideal é que a identificação seja feita com profissionais qualificados. No entanto, medidas simples podem auxiliar; uma delas é medir a circunferência da cintura.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, valores acima de 90 cm para homens e 80 cm para mulheres indicam maior risco cardiovascular.

Já sobre como reverter isso, especialistas destacam que a atividade física regular e alimentação equilibrada são as principais estratégias. Mesmo sem grande perda de peso, já é possível reduzir esse tipo de gordura e melhorar a saúde do coração.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Tags: alimentação saudávelatividade físicaBarriga de chopeciênciacoraçãofígadoIntestinomedicinaqualidade de vidasaúde
Júlio Nesi

Júlio Nesi

Jornalista alagoano formado pela UFAL, já atuei em produção de conteúdo digital para portais, rádio e redes sociais.

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