O Paraná, estado do sul do Brasil, aprovou novos valores para o salário mínimo regional que vigorarão de janeiro a dezembro de 2026.
Sob a administração do governador Ratinho Jr., estas medidas foram formalizadas pelo Conselho Estadual do Trabalho, Emprego e Renda do Paraná (CETER).
Com quatro faixas salariais, o menor salário será de R$ 2.105,34, enquanto o maior atingirá R$ 2.407,90, que é cerca de 49% superior ao salário mínimo nacional de R$ 1.621.
Como a nova política salarial afetará os trabalhadores paranaenses
Os grupos alvos das novas faixas incluem:
- Faixa 1 (Agropecuária, Florestal, Pesca): R$ 2.105,34;
- Faixa 2 (Serviços Administrativos, Comércio, Reparação): R$ 2.181,63;
- Faixa 3 (Produção de Bens e Serviços Industriais): R$ 2.250,04;
- Faixa 4 (Setor de Serviços em Geral, Comércio, etc.): R$ 2.407,90.
Fortalecimento da economia estadual
Este reajuste visa atender categorias de trabalhadores que não têm pisos determinados por leis federais, convenções ou acordos coletivos. Ele pretende reconhecer a variação nas funções e responsabilidades de cada categoria.
Os novos valores do piso salarial são vistos como uma estratégia para fortalecer a economia paranaense ao aumentar o poder de compra dos trabalhadores.
Planejamento e acompanhamento das medidas
A implementação de salários mínimos escalonados requer planejamento cuidadoso e compromisso com a avaliação dos impactos econômicos.
O CETER aprovou a Resolução nº 632/2026, que oferece flexibilidade para revisões se o salário mínimo nacional for alterado em 2026.
Monitoramento e ajustes periódicos são considerados fundamentais para garantir a eficácia das novas políticas salariais, evitando pressões inflacionárias e desafios de desemprego.
Expectativas e próximos passos
A resolução agora segue para publicação no Diário Oficial, com previsão de se converter em decreto pelo governo estadual.
O secretário de Estado do Trabalho, Qualificação e Renda, Do Carmo, destacou que este passo é um esforço conjunto e responsável entre governo, trabalhadores e empregadores.
O presidente do CETER, Luiz Roberto Romano, reforçou o compromisso do conselho com dados e diálogos que a população paranaense.




