Quem vai aos estádios da Copa do Mundo 2026 vai precisar deixar a garrafinha em casa. A FIFA proibiu a entrada de garrafas plásticas de água nas arenas do torneio, alegando risco de lesões a jogadores, árbitros, torcedores e funcionários caso os objetos sejam arremessados dentro dos estádios.
A mudança pegou parte dos torcedores de surpresa. O código de conduta original da entidade permitia que os fãs levassem uma garrafa transparente, vazia e reutilizável de até um litro. A atualização chegou nesta semana e encerrou essa possibilidade.
A FIFA comunicou que garrafas vindas de fora já eram proibidas em vários estádios por normas locais de segurança e que a decisão apenas padroniza essa regra para todas as arenas participantes do torneio.
Água dentro dos estádios
A entidade garantiu que vai trabalhar com os comitês organizadores de cada cidade-sede para disponibilizar estruturas de combate ao calor. O plano inclui pontos de hidratação, áreas de resfriamento e ventiladores espalhados pelas arenas.
Sobre os preços praticados internamente, a FIFA afirmou que o valor da água nos estádios da Copa 2026 vai seguir o que já é cobrado normalmente em cada arena.
Vale lembrar que no último Mundial de Clubes, também organizado pela FIFA, garrafas d’água eram vendidas por entre US$ 4 e US$ 6, o que equivale a cerca de R$ 20 a R$ 30 na cotação atual.
Reação do público
Alguns internautas repudiaram a decisão e questionaram o real motivo da nova regra. Alguns torcedores alegam que o verdadeiro motivo da decisão é evitar que os visitantes comprem água fora dos estádios, que geralmente são vendidas a preços mais acessíveis, e comprem apenas as garrafas vendidas durante o jogo, cujos preços vão muito além da média.
Copa do Mundo de 2026
A Copa do Mundo de 2026 acontece entre 11 de junho e 19 de julho, com sede dividida entre Estados Unidos, Canadá e México. O torneio reúne 48 seleções, o maior número da história da competição.
O Brasil estreia no Grupo C contra Marrocos, no dia 13 de junho, às 19h, horário de Brasília.


