Diante de Ulisses Campbell, um jornalista, ele relatou em um livro chamado “Tremembé: O presídio dos famosos” o dia a dia de Robinho na prisão.
Assim, o ex-jogador ainda não se acostumou com sua rotina, na qual ele fica pelos espaços do ambiente falando sozinho.
Para o “Ticaracaticast” e o “Flow”, Campbell detalhou tudo o que acontece com Robinho na cadeia, tendo até mesmo dobrado o número de pessoas por lá para conseguir chegar até ele.
As situações sobre ele
O jornalista ainda falou: “Eu diria que ele não está adaptado. Os últimos relatos que eu tive, é que ele está andando pelo pátio, falando sozinho”. Robinho está atuando por meio de treinos que proporciona não só aos presos, mas também aos funcionários do sistema penitenciário.
Ano passado, em 2024, Robinho teve a determinação de sua condenação, sendo ela de 9 anos por estupro. De acordo com Ulisses Campbell, ele fornece, para outros dentro da prisão, apoio no campo jurídico, se referindo a profissionais do meio, principalmente para quem conta com a Defensoria Pública e questões de penas.
Quanto a termos de limpeza dentro da prisão de Tremembé, o ex-jogador Robinho não faz nada. “Ele divide cela com um preso. Ele é um ‘astro’. Qualquer preso que chegue com essa alcunha dele, ele já jogou na seleção… a própria comunidade vai cuidar dele. Ele disse que os presos vão contando os dramas para ele. O maior problema dos presos é não ter advogado para acompanhar a execução penal”, disse.
O autor continuou: “O livro explica muito bem essa hierarquia. Ela funciona muito bem. Os famosos tem a questão social. Os presos que tem muita grana como Robinho, acaba sendo protegido e bajulado por quem tá na base da pirâmide. A maior parte da comunidade carcerária é gente pobre”.
De acordo com pessoas que falaram sobre Robinho, Ulisses Campbell relatou: “Ele não está adaptado na cadeia. Acho difícil ele se adaptar. Se adaptar é aceitar a condição. Se adaptar à rotina. No caso do Robinho, ele não internalizou que cometeu crime. Ele se diz inocente até agora. Ele acha que é uma condenação injusta, ele não teria cometido crime, segundo ele”.




