Nesta semana, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) esteve em Nova York, nos Estados Unidos, para participar de alguns compromissos diplomáticos, incluindo a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).
Contudo, sem a ação preventiva do Serviço Secreto dos EUA, os encontros entre líderes mundiais poderiam ter sido comprometidos, uma vez que um ataque às redes de telecomunicações foi descoberto e neutralizado pouco tempo antes.
De acordo com o que foi divulgado, os agentes apreenderam mais de 300 servidores e cerca de 100 mil cartões SIM distribuídos em diversos imóveis, incluindo apartamentos vazios, localizados a cerca de 56 km da sede das Nações Unidas.
Estes artefatos integravam uma estrutura capaz de derrubar torres de celular, bloquear chamadas de emergência e enviar milhões de mensagens de texto por minuto de forma anônima, segundo as autoridades.
O Serviço Secreto ainda confirmou que a ação poderia ser expandida, atingindo outros locais além de Nova York, uma vez que parte dos chips apreendidos ainda não haviam sido ativados. Até o momento, a autoria da operação não foi confirmada.
Lula nos EUA: presidente é elogiado por Trump na ONU
Apesar dos recentes embates comerciais protagonizados pelo Brasil e os EUA, a população mundial foi surpreendida pelo discurso do presidente Donald Trump na ONU, que subiu ao púlpito logo após Lula.
Na ocasião, o republicano disse ter se encontrado rapidamente com o presidente brasileiro, mas relatou ter tido “uma química excelente” com ele, demonstrando um tom muito mais amistoso.
O presidente dos EUA afirmou ter acertado uma reunião com Lula para a próxima semana, que deve ocorrer por telefone ou videochamada. E a expectativa de que a tensão entre os países finalmente chegue ao fim é alta.
Inclusive, por conta disso, a diplomacia brasileira vem tomando todos os cuidados para garantir não apenas o sucesso da conversa, mas também para evitar constrangimentos.




